O estudo integra as atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Alimentos (INCT FoRC), rede de pesquisa coordenada pela USP. Os resultados preliminares apontaram reduções na viabilidade das células de 20% a 90% para as fibras de pitanga e de 20% a 60% para as de cambuci, em comparação com células que não receberam tratamento.