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Confira os resultados do nosso trabalho de assessoria de imprensa

Da floresta à mesa: como a biodiversidade brasileira pode gerar mais alimentos, mais saúde e mais renda

Quando uma fruta nativa chega ao prato, raramente pensamos em tudo o que existe entre a planta que gerou essa fruta e o alimento. É preciso descobrir quais compostos bioativos estão presentes, avaliar os efeitos no organismo, desenvolver formas eficientes e sustentáveis de processamento e garantir que produtores e comunidades também se beneficiem. Essa visão integrada orienta o Food Research Center, um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT FoRC), iniciado em setembro de 2025.


Unicamp reúne 31 laboratórios em projeto de R$ 15 milhões para desenvolver tecnologias de baixo carbono

Ancorado no Centro de Estudos de Energia e Petróleo (CEPETRO), o BioLoop terá o Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (NIPE-Unicamp) como parceiro estratégico.


Projeto Heavy Oil Emulsions, liderado pela Unicamp, busca tornar mais eficiente o transporte de óleos extrapesados

Pesquisa coordenada pelo grupo ALFA, do CEPETRO/Unicamp, e pela Repsol Sinopec Brasil estuda emulsões de óleo em água como alternativa para o transporte de óleos extrapesados e terá duração de 30 meses.


IA acelerará pesquisas contra influenza e resistência a antibióticos

O Institut Pasteur de São Paulo (IPSP) e a empresa francesa Tekkare anunciaram uma colaboração internacional para desenvolver aplicações de inteligência artificial capazes de acelerar pesquisas em duas áreas consideradas prioritárias pela saúde pública mundial: o desenvolvimento de vacinas contra influenza e o enfrentamento da resistência aos antimicrobianos.


Poluição do ar altera tecidos bucais e agrava periodontite

Pesquisa com camundongos indica que a exposição ao material particulado fino aumenta o estresse oxidativo, intensifica respostas inflamatórias e exacerba a destruição dos tecidos que dão suporte aos dentes. A pesquisa contou com a participação de Victor Yuji Yariwake, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).


Decisões sem base científica reacendem o risco do retorno de doenças já erradicadas

Professoras da USP comentam a importância das vacinas e o rigoroso processo de desenvolvimento, elaboração e testes dos imunizantes até a aplicação na população. Denise Morais da Fonseca, professora do Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, disse que a mudança surpreende, porque os planos e calendários vacinais são pensados com base no patógeno que circula na sociedade, além de sua gravidade e risco.