Produzir essas moléculas não é como fabricar um comprimido qualquer. “Os hormônios proteicos têm uma estrutura muito frágil, que se degrada com facilidade. As empresas que criaram os análogos de GLP-1 têm um conhecimento de décadas sobre como processá-los”, explica José Donato Júnior, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).