“Hoje você consegue medir o quanto aquele treino impactou no organismo do atleta e ajustar a carga de acordo com cada pessoa. Ficou tudo individualizado”, explica Guilherme Artioli, pesquisador do Grupo de Pesquisa em Fisiologia Aplicada e Nutrição da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e professor do Instituto de Ciências Biomédicas da mesma universidade. “Nesse sentido, não tem mais aquela coisa de o time inteiro treinar igual e, se você não está conseguindo, você é um fraco.”