Ao todo, 128 tipos de toxinas foram identificadas, das quais 45 são muito diferentes de toxinas conhecidas ou nunca haviam sido descritas pela ciência. “Esse resultado implica que a diversidade no mundo de toxinas e antitoxinas bacterianas é muito alta, com novas variedades surgindo ou divergindo radicalmente das variantes aparentadas já conhecidas”, explica Robson Francisco de Souza, líder do grupo de bioinformática do Laboratório de Estrutura e Evolução de Proteínas do Cepid B3 e um dos autores do estudo. O Cepid B3 é sediado no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) e no Instituto de Química (IQ) da USP.