Nilton Lincopan, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e outro coordenador do estudo, destaca que "os microrganismos que vivem em animais presentes em centros de reabilitação são uma amostragem do que está circulando na natureza. Por isso, além do trabalho fundamental que prestam para a vida selvagem, esses locais podem ser importantes aliados no monitoramento de patógenos humanos”.