Últimas Notícias

ICB

Aterosclerose: pesquisa abre nova frente para o diagnóstico precoce

Pesquisadores da USP e da Universidade de Umëa propõem uma nova abordagem de detecção, usando como marcadores os anticorpos que são produzidos pelo organismo para combater a doença.

 

Identificar a aterosclerose em seus estágios iniciais é um dos principais desafios clínicos para controlar a doença e evitar que ela possa terminar em infarto do miocárdio – uma das principais causas de morte no Brasil. Para isso, são necessários exames de imagem ou bioquímicos com maior sensibilidade e especificidade na avaliação do risco de um evento cardiovascular. Um avanço neste sentido foi obtido com uma pesquisa conduzida por pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade de Umëa (Suécia). Eles propõem uma nova abordagem de detecção, usando como marcadores os anticorpos que são produzidos pelo organismo para combater algumas das toxinas liberadas durante a formação da aterosclerose.

A formação da aterosclerose ocorre quando placas de ateroma (gordura) se acumulam nas artérias, estreitando e enrijecendo os vasos sanguíneos, e até obstruindo-os. A responsável por este processo é a LDL (lipoproteína de baixa densidade), que uma vez oxidada libera os componentes que se acumulam nos vasos. “O sistema imune produz anticorpos que eliminam alguns destes componentes liberados pela LDL. Assim, quando mais placas de ateroma são formadas, mais LDL oxidada estará presente e mais anticorpos serão produzidos pelo organismo. Com a determinação dos níveis desses anticorpos, é possível usá-los como marcadores para a evolução da doença”, explica o professor Magnus Gidlund, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), que estuda o processo patológico da aterosclerose há mais de 25 anos.

Ele é um dos autores de um estudo, realizado com 1.500 pacientes, que mostra esta correlação. “Constatamos que, caso o indivíduo possua um baixo título (nível) desses anticorpos, a chance de sofrer um infarto nos próximos 10 anos aumenta em 10% a 15%. Se for fumante, esse percentual aumenta para 25%”, afirma Dr. Gidlund. O estudo, que acaba de ser submetido à publicação, foi feito em colaboração com um grupo de pesquisa do professor Stefan Nilson, da Universidade de Umëa (Suécia), e com pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública da USP, liderados pela professora Nágila Damasceno. O ICB foi responsável por desenvolver e testar, em estudos menores, toda a base intelectual da atual pesquisa.

Popularmente chamada de “colesterol ruim”, a LDL é, na verdade, uma partícula constituída de proteínas, lípides, e também uma molécula de álcool de cadeia longa. Sua função na corrente sanguínea é distribuir o colesterol no organismo. Vários fatores de risco cardiovascular, como a hipertensão e o fumo, geram radicais livres que atacam a partícula de LDL, degradando-a e transformando-a em uma partícula “vilã”, isto é, uma LDL oxidada ou modificada. Os componentes desse colesterol ruim podem provocar lesões nos vasos sanguíneos, mas o maior perigo é quando eles se acumulam em macrófagos (células de defesa) nas artérias, formando as placas.

Bom ou ruim? – Embora seja considerado “vilão”, o colesterol tem funções importantes no organismo: auxilia na formação das membranas das células e na produção de hormônios esteroides (estrógeno e testosterona). No entanto, pode ser perigoso quando sofre oxidação – e quanto maior o nível de LDL no organismo, maior a chance de isso acontecer. Dessa forma, a LDL sozinha não é responsável pelas lesões nas artérias, mas funciona como um “combustível” que pode contribuir para a progressão da aterosclerose.

Perspectivas – De acordo com o Dr. Henrique Fonseca, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e pesquisador colaborador do laboratório do professor Magnus Gidlund no ICB, a doença cardiovascular é multifatorial e ainda carece de marcadores mais específicos para prevenir as consequências da aterosclerose. “Os mecanismos imunológicos que estudamos visam aumentar a compreensão de seus processos, de maneira a elevar a detecção e predição da real chance de um indivíduo sofrer infarto ou AVC futuramente e, com isso, proporcionar a ele uma terapia otimizada”.

Os pesquisadores ressaltam que o trabalho do grupo com anticorpos no cenário de doenças cardiovasculares, além de possibilitar uma técnica mais barata e efetiva de diagnóstico da aterosclerose, também é promissor para o desenvolvimento de novas terapias para combater a doença, especialmente no que se refere a uma vacina para as doenças cardiovasculares.

 

*************

 

ATENDIMENTO À IMPRENSA
Acadêmica Agência de Comunicação
Assessoria de imprensa do Instituto de Ciências Biomédicas da USP
Aline Tavares – aline@academica.jor.br (11) 3091-0874
Angela Trabbold – angela@academica.jor.br / (11) 99912-8331 / 5081-5237 / 5549-1863

 

 

 

Read More

Por Acadêmica
Plataforma virtual permite o compartilhamento de insumos para a pesquisa em todo o País

Batizada de SociaLab, a plataforma é gratuita e visa combater o desperdício de materiais em laboratórios de pesquisa e acelerar o trabalho científico.

Já está em operação a Plataforma SociaLab que possibilita aos pesquisadores de todo o Brasil doar ou receber gratuitamente reagentes químicos e outros insumos de pesquisa. Iniciativa do pesquisador Lucio Freitas-Junior, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), a plataforma visa combater o desperdício de material e acelerar o tempo de execução da pesquisa.

Para doar ou verificar a disponibilidade do insumo desejado, basta entrar em contato pelo e-mail compartilhesocialab@gmail.com. A plataforma, lançada há menos de um mês, já tem cadastrados cerca de 100 laboratórios e vem viabilizando trocasentre eles. Em breve, esse cadastramento será feito diretamente no site, que está em fase final de ajustes. “Nossa proposta é buscar a adesão de laboratórios de todas as regiões do País para promover trocas de reagentes e insumos diversos, como estoque de linhagens celulares e outros materiais biológicos para cultivo – linhagens de células de mamíferos, insetos, bactérias, fungos, protozoários e vírus”, explica Freitas-Junior.

A plataforma também vai ser usada para pesquisas sobre o uso de insumos. Levantamento preliminar mostra que do total de reagentes adquiridos pelos laboratórios apenas 20% são utilizados dentro do prazo de validade. O restante (80%) acaba sendo descartado. “Além do desperdício e do custo adicional do descarte apropriado, há um prejuízo enorme para a pesquisa brasileira”, destaca Freitas-Junior. A maioria dos pesquisadores também afirma que já teve um trabalho científico interrompido por falta de insumos. “Todos saem perdendo: a universidade, que precisa gastar dinheiro para eliminar os reagentes; o pesquisador que está com os reagentes vencidos em mãos e o pesquisador que não tem acesso ao material”, afirma Freitas-Junior.

Segundo ele, uma das propostas é trabalhar em parceria com as universidades, possibilitando aos pró-reitores de pesquisa ter acesso aos inventários dos laboratórios das instituições. “Estamos trabalhando para organizar os estoques das universidades em um só lugar virtual, para que elas tenham uma visão geral do que possuem e assim acelerar a colaboração entre as instituições do País.”

 

Sobre a SociaLab: O projeto da plataforma SociaLabvem sendo desenvolvido há dois anos, sob a coordenação do pesquisador Lucio Freitas-Junior, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), em parceria com dois alunos do curso de Ciências Moleculares da USP, Fernando Tocantins e Matheus Morroni, e com duas empresas juniores: Poli Júnior, da Escola Politécnica da USP, e Júnior Conpec, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O site da plataforma, que será armazenado em nuvem, foi desenvolvido para comportar grande número de acessos simultaneamente. Além de estar em sintonia com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), a plataforma garante a privacidade dos usuários.

 

*************

 

ATENDIMENTO À IMPRENSA
Acadêmica Agência de Comunicação
Assessoria de imprensa do Instituto de Ciências Biomédicas da USP
Aline Tavares – aline@academica.jor.br (11) 3091-0874
Angela Trabbold – angela@academica.jor.br / (11) 99912-8331 / 5081-5237 / 5549-1863

 

 

Read More

Por Acadêmica
Surto do sarampo está relacionado à queda da produção de anticorpos e possíveis mutações do vírus

O virologista Edison Luiz Durigon, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, esclarece dúvidas sobre a vacina contra o sarampo e explica como seu laboratório tem trabalhado no diagnóstico e na compreensão do recente surto da doença.

 

De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado no dia 6 de agosto, o Brasil teve 907 casos confirmados de sarampo entre maio e agosto deste ano. Desse total, 810 (90%) indivíduos residem no município de São Paulo. Mas por que uma doença que era considerada erradicada desde 2016 voltou? Segundo o virologista Edison Luiz Durigon, pesquisador do Laboratório de Virologia Clínica e Molecular do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), a explicação para este surto pode estar relacionada à mutação do vírus: o distanciamento genético da cepa selvagem circulante nesse surto em relação à cepa contida na vacina.

Ele explica que o vírus do sarampo, embora possua um único sorotipo, está dividido em oito genótipos conhecidos (A, B, C, D, E, F, G e H) e 24 sub-genótipos. “A vacina foi feita com o tipo A e o surto que estamos enfrentando hoje é do tipo D-8. A vacina ainda é efetiva contra o tipo atual, mas não 100%: protege contra a doença, mas o indivíduo ainda pode contrair e transmitir o vírus”. Isso significa que, embora o indivíduo vacinado seja capaz de eliminar o vírus e não ter sintomas, ele pode transmiti-lo a alguém que não foi vacinado, contribuindo para o avanço do surto. Apenas aqueles que já tiveram a doença, ou seja, tiveram o vírus selvagem em seu organismo, estão totalmente protegidos.

Outra razão que explica o retorno da doença é a queda da produção de anticorpos, que começa a ocorrer 15 anos após a vacinação e torna mais difícil enfrentar o vírus que sofreu mutação. “Ao tomar a vacina, o indivíduo desenvolve uma memória imunológica: mesmo que os anticorpos caiam com o tempo, o organismo reconhece o vírus e produz mais anticorpos sozinho. Mas, por se tratar de um vírus diferente, essa produção não acontece a tempo, antes do vírus se replicar e provocar a doença”, explica Durigon. Por isso é importante tomar a dose de reforço: com mais anticorpos, o organismo estará mais preparado para combater o novo vírus.

Quem deve se vacinar – Todas as pessoas que não possuem registro da vacina na carteira de vacinação devem ser imunizadas. Além disso, é recomendado que pessoas com idades entre 15 e 29 anos (grupo de risco) tomem duas doses da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), com intervalo de 30 dias, mesmo que já tenham tomado quando crianças. Dos 30 aos 49 anos, a vacina é aplicada em uma dose. “Calcula-se que acima dos 45 anos todos já tiveram sarampo, por ser uma doença muito comum. No entanto, aqueles que não tiveram precisam se vacinar”, afirma o pesquisador.

Como a vacina contém o vírus atenuado (enfraquecido, mas vivo), gestantes e pessoas com imunidade comprometida não devem tomar a vacinar. Inclui-se nessa categoria pessoas que fazem uso de medicamentos imunossupressores, como quimioterápicos e corticoides.

O sarampo é uma doença altamente contagiosa que provoca sintomas como manchas vermelhas no corpo, febre alta, dor de cabeça, tosse e conjuntivite. As complicações mais comuns do sarampo são pneumonia e, em casos raros, doenças neurológicas.

Pesquisa – O laboratório do professor Edison Luiz Durigon recebe amostras de sangue, urina e saliva de pacientes com suspeita de sarampo para analisar e realizar o diagnóstico da doença gratuitamente. As amostras vêm de vários hospitais da cidade de São Paulo, como o Hospital Universitário da USP, a Santa Casa de Misericórdia, o Hospital Infantil Cândido Fontoura, o Hospital São Luís Gonzaga, entre outros. O professor Durigon ressalta que todas as amostras também são encaminhadas diretamente dos hospitais para o Instituto Adolfo Lutz.

Em troca, Durigon e sua equipe têm acesso a todos os dados clínicos, que estão sendo utilizados no projeto Neusa (Neutralização de Sarampo) para descobrir o quanto os anticorpos do paciente que tomou a vacina o protegem contra o vírus do surto. “Isolamos os vírus de cada paciente para verificar a sua variabilidade genética e ver o quanto eles estão mudando e qual dos genes sofre mais mutações. A mesma amostra de vírus D-8 pode sofrer mutações de uma pessoa para outra”.

 

*************

 

ATENDIMENTO À IMPRENSA
Acadêmica Agência de Comunicação
Assessoria de imprensa do Instituto de Ciências Biomédicas da USP
Aline Tavares – aline@academica.jor.br (11) 3091-0874
Angela Trabbold – angela@academica.jor.br / (11) 99912-8331 / 5081-5237 / 5549-1863

Read More

Por Acadêmica
Instituto Pasteur inaugura Plataforma Científica na USP

Instalada na Cidade Universitária, em São Paulo, com o apoio do governo francês, a Plataforma terá 17 laboratórios de pesquisa focados em estudo de patógenos para prevenção de epidemias, atuando como uma célula de intervenção de urgências.

 

No dia 4 de julho, o Instituto Pasteur, fundação francesa de pesquisa em prevenção e tratamento de doenças infecciosas, irá inaugurar na Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, a Plataforma Científica Pasteur-USP. Localizada no Centro de Pesquisa e Inovação Inova USP, em uma área de 1.700 m², a plataforma será composta por 17 laboratórios. Nela irão funcionar os primeiros laboratórios de pesquisa de nível de biossegurança 3 equiparáveis aos parâmetros internacionais, onde serão estudados patógenos de alto risco. O investimento previsto é de cerca de R$ 40 milhões, sendo R$ 15 milhões em equipamentos.

A partir de uma parceria científica entre o Pasteur, a USP e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), assinada em junho de 2015, na plataforma serão desenvolvidas pesquisas voltadas para o estudo de agentes patogênicos emergentes, cujas infecções podem provocar danos no sistema nervoso central, como os vírus da zika, dengue, febre amarela e influenza, além de protozoários como os tripanosomas causadores da doença do sono. O principal objetivo será desenvolver métodos para prevenir epidemias dessas doenças.

“Nos últimos 80 anos, não houve uma iniciativa como essa na USP. Estamos trabalhando a internacionalização da pesquisa, do ensino e da inovação”, destaca Luís Carlos Ferreira, diretor do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP. Ele irá coordenar a plataforma ao lado de Paola Minoprio, diretora de Pesquisa do Instituto Pasteur, que veio para o Brasil com esta incumbência.

Segundo Paola Minoprio, a escolha da USP para sediar a plataforma foi feita com base na relevância e no impacto global da instituição em termos de pesquisa científica. “Além disso, as linhas de pesquisa do Pasteur são muito semelhantes às do ICB-USP e os dois institutos já desenvolvem projetos colaborativos”, explica. Os institutos têm em comum pesquisas nas áreas de Imunologia, Biologia Celular, Microbiologia e Parasitologia.

 

 

Biossegurança – Dos 17 laboratórios da plataforma, quatro serão de biossegurança nível 3 (NB3) para estudo de microrganismos que representam alto risco individual e risco moderado para a comunidade. Ou seja, que transmitem e causam doenças potencialmente letais, mas que têm medidas de prevenção e tratamento conhecidas. As instalações de 200 m2 são compostas individualmente por três câmaras pressurizadas para garantir a contenção, e têm acesso controlado. Os pesquisadores que atuarão na plataforma também passarão por um treinamento de procedimentos de segurança.

Oito pesquisadores de nível sênior já foram selecionados pelos parceiros. São eles: Paola Minoprio (Instituto Pasteur de Paris – departamento de Global Health), Paolo Zanotto (ICB-Microbiologia), Edison Durigon (ICB-Microbiologia), Patrícia Beltrão Braga (USPLeste/ICB), Jean Pierre Peron (ICB-Imunologia), Eduardo Massad (FM-USP), Helder Nakaya (FCF-USP) e Pedro Teixeira (ENSP-Fiocruz). Todos manterão suas vinculações às unidades de origem e dedicarão parte de suas pesquisas à plataforma. A partir de 2020, serão selecionados anualmente mais três grupos de jovens pesquisadores para integrar a equipe. No total, espera-se que a plataforma tenha de 80 a 100 pesquisadores.

Rede internacional – O Instituto Pasteur possui atualmente 32 centros em 26 países, integrantes da Rede Internacional do Instituto Pasteur (RIIP), cuja próxima reunião regional abrigará o evento de inauguração da Plataforma Científica Pasteur-USP. Entre os dias 3 e 5 de julho, pesquisadores de diversos países estarão presentes na USP para discutir assuntos relacionados à biomedicina, como doenças emergentes na América Latina, intervenções multidisciplinares para controle da Zika e estratégias de combate à resistência a antibióticos.

A realização do evento conta com o apoio da Embaixada da França no Brasil e a Delegação regional francesa de cooperação para América do Sul sedada no Chile, da Associação Internacional do Pasteur, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da Thermo Fisher Scientific, empresa de desenvolvimento de produtos biotecnológicos, que também fornecerá parte dos equipamentos dos laboratórios da Plataforma.

 

Sobre o Instituto Pasteur: Fundado em 1887, o Instituto Pasteur, sediado em Paris, é um centro de pesquisa biomédica reconhecido internacionalmente e vencedor de 10 Prêmios Nobel. Com 23 mil pesquisadores trabalhando para a sua rede internacional, possui 130 unidades de pesquisa somente no Instituto parisiense, divididas em 11 departamentos de pesquisa cujo principal objetivo é fazer estudos colaborativos e inovadores que melhorem a saúde mundial em termos de prevenção e tratamento de doenças. Outro pilar do Pasteur é a educação: seu centro educativo recebe anualmente 900 alunos e oferece 45 programas de doutorado e pós-doutorado e 26 programas de estágio.

 

Sobre o ICB-USP: Considerado uma das melhores instituições de nível superior do Brasil em sua área, o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) é referência internacional em pesquisa básica e translacional. Nos seus mais de 150 laboratórios são desenvolvidos projetos de pesquisa de alta qualidade e impacto social em saúde humana e animal. Com seis programas de pós-graduação próprios e outros três programas multi-institucionais, o ICB tem uma equipe de 167 docentes e 266 técnicos administrativos e de laboratório, em associação com 113 pesquisadores pós-doutores e 819 alunos de pós-graduação. Seus docentes têm alta produtividade científica com cerca de 600 publicações anuais em periódicos com alto fator de impacto. O ICB representa a sexta unidade da USP em número de pedidos de patente depositados no INPI e está entre as três primeiras unidades de pesquisa no Estado de São Paulo com mais recursos captados junto à FAPESP.

 

*************

ATENDIMENTO À IMPRENSA
Acadêmica Agência de Comunicação
Assessoria de imprensa do Instituto de Ciências Biomédicas da USP
(11) 5549-1863 / 5081-5237
Angela Trabbold – angela@academica.jor.br / (11) 99912-8331

Read More

Por Acadêmica
Comissão de Apoio à Comunidade do ICB-USP auxilia alunos, professores e funcionários em conflitos  

 

A CAC-ICB conta com psicólogas e psicanalistas voluntárias que atendem pessoas da comunidade do ICB em situações de fragilidade. Desde janeiro de 2018, foram atendidas 148 pessoas vinculadas ao instituto.

 

Em novembro de 2017, o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) criou a Comissão de Apoio à Comunidade (CAC), com o intuito de auxiliar no cuidado da saúde mental de todos os integrantes da unidade. Desde então, a comissão atua voluntariamente no incentivo à empatia e à comunicação entre professores, alunos e funcionários, e na prevenção e preocupação com pessoas com conflitos.

A CAC é coordenada pelo professor Paulo Abrahamsohn e pelas professoras Silvana Chiavegatto e Dânia Emi Hamassaki. Atualmente, conta com 11 membros – entre eles, a psicóloga Margareth Labate, que realiza a maior parte dos atendimentos com a psicanalista Nancy Rebouças. Um dos compromissos principais da comissão é manter sigilo sobre os agendamentos efetuados pelas pessoas interessadas, de modo a garantir sua segurança e privacidade. “As consultas podem ser agendadas por e-mail e apenas um membro da CAC possui a senha de acesso”, garante o coordenador Abrahamsohn.

De janeiro de 2018 a junho de 2019, foram atendidas 200 pessoas, sendo 148 do ICB, 34 de outras unidades e 18 pessoas externas à USP. A maioria (65%) foi atendida em até três sessões, 20% realizou entre quatro e seis sessões, 6% entre sete e nove sessões e 9% a partir de 10 sessões. Entre os atendidos do ICB, 27% são alunos de Doutorado, 24% alunos de Mestrado, 19% da graduação, 18% funcionários, 7% pós-doutorandos e 5% docentes. Entre os alunos de graduação, 75% estão no 1º ou 2º ano de seu curso.

Em uma pesquisa realizada com 32 indivíduos atendidos, todos confirmaram que recomendariam o atendimento da CAC a outras pessoas e 31 descreveram as atividades da CAC como muito importantes para a comunidade.

Suporte coletivo – Além dos atendimentos, a CAC também visa incentivar a comunicação entre as pessoas e já realizou uma série de ações com essa finalidade, como palestras de desenvolvimento pessoal. Em 2018, a comissão promoveu uma grande campanha dentro do ICB para o Setembro Amarelo e, durante todo o mês, a psicóloga Margareth Labate realizou plantão na unidade.

Segundo o professor Paulo Abrahamsohn, a constante pressão e as múltiplas atividades presentes no ambiente universitário, tanto para os alunos quanto para os docentes, dificulta a comunicação entre os indivíduos. “Uma frase que eu sempre digo para os alunos é: ‘existe vida fora dos laboratórios e fora das salas de aula’. É importante aprender a gerenciar as atividades do dia a dia e promover o convívio social”, ressalta.

*************

ATENDIMENTO À IMPRENSA
Acadêmica Agência de Comunicação
Assessoria de imprensa do Instituto de Ciências Biomédicas da USP
Aline Tavares – aline@academica.jor.br (11) 3091-0874
Angela Trabbold – angela@academica.jor.br / (11) 99912-8331 / 5081-5237 / 5549-1863

 

Read More

Por Acadêmica
Curso sobre redação de patentes é ministrado por colaborador do ICB-USP em todo o Brasil

O pesquisador Henry Suzuki, colaborador do ICB-USP e da AUSPIN, irá promover um workshop em diferentes cidades para profissionais da área de ciência, empreendedorismo e inovação. Em São Paulo, o curso será realizado nos dias 22 e 23 de julho.

 

O “Workshop Redação de Patentes: além dos guias” ocorrerá em São Paulo nos dias 22 e 23 de julho, no auditório da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na Cidade Universitária. A iniciativa é da Axonal Consultoria Tecnológica, que conta com o apoio de mais de 150 instituições que atuam na área de pesquisa e inovação, como o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e a Agência USP de Inovação (AUSPIN). No total, serão 75 edições gratuitas ao longo de 2019 em todos os estados brasileiros.

O responsável por ministrar o curso será Henry Suzuki, diretor geral da Axonal e pesquisador colaborador do ICB-USP e da AUSPIN. Cada edição terá dois dias de duração: o primeiro será focado na revisão de aspectos conceituais sobre patentes e seu impacto na estratégia de redação e de tramitação, enquanto o segundo dia será composto por atividades práticas guiadas para exercitar a lógica de leitura e redação. Serão realizadas, ainda, oficinas de busca de patentes e mapeamento de segmentos tecnológicos.

Segundo Suzuki, a ideia da realização das oficinas em âmbito nacional surgiu devido a uma escassez de conhecimento sobre patentes por parte dos brasileiros. “Embora estejamos na era do conhecimento, ainda são poucos os brasileiros que sabem como proteger suas criações e como utilizar informações de patentes de terceiros”, explica.

O pesquisador conta que já perdeu invenções por não saber protegê-las e pretende ajudar os outros profissionais nesse sentido. “Acredito que o trabalho em rede e o compartilhamento de conhecimentos sobre propriedade intelectual e sobre o uso de informações contidas em patentes pode ajudar a mudar o nosso país”.

O curso é voltado para pesquisadores, empresários, gestores e inventores, e não é necessário conhecimento prévio sobre patentes para participar. As inscrições são limitadas e podem ser feitas gratuitamente pelo site www.axonal.com.br/capacitacao, onde também consta a relação dos cursos que serão ministrados em outras cidades.

 

Serviço:

Workshop Redação de Patentes: além dos guias
Data: 22 e 23 de julho de 2019
Horário: 8h30 às 16h30
Local: Auditório da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (Rua da Biblioteca, 21, Cidade Universitária – Butantã, São Paulo)
Inscrições pelo site: www.axonal.com.br/capacitacao
*************

ATENDIMENTO À IMPRENSA
Acadêmica Agência de Comunicação
Assessoria de imprensa do Instituto de Ciências Biomédicas da USP
Aline Tavares – aline@academica.jor.br (11) 3091-0874
Angela Trabbold – angela@academica.jor.br / (11) 99912-8331 / 5081-5237 / 5549-1863

 

Read More

Por Acadêmica
Exercício físico materno pode melhorar aprendizado e déficits cognitivos na prole, sinais comuns do autismo

Estudo do ICB-USP mostra que nos modelos animais, com mutação no gene da PTEN, o exercício físico da mãe resultou em um aumento de BNDF, proteína importante para o desenvolvimento do cérebro.

 

Um grupo de pesquisadoras do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) demonstrou que o exercício físico é capaz de amenizar os déficits ocasionados pela deleção no gene da PTEN, um dos muitos genes associados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). A pesquisa foi feita em modelos animais de fêmeas com e sem a deleção (grupo controle) e consistiu em analisar o efeito do exercício físico materno na prole.

Segundo a professora Elisa Kawamoto, do Departamento de Farmacologia do ICB, que orientou a pesquisa, esses animais apresentam algumas características semelhantes às de pessoas com autismo, como comportamento tipo ansioso, movimentos estereotipados e déficits de interação social e de aprendizado. As fêmeas eram submetidas ao protocolo de exercício físico voluntário, utilizando rodas giratórias antes, durante e após a prenhez. Posteriormente, o grupo realizou uma série de testes na prole cuja mãe tinha feito exercício físico e na prole cuja mãe era sedentária.

A pesquisadora Diana Zukas Andreotti, autora do estudo, explica que o grupo cuja mãe não fez exercício físico tinha maior dificuldade de aprender tarefas, enquanto o outro grupo cuja mãe fez exercício físico teve uma melhor performance nos testes de aprendizado em um primeiro momento, porém o desempenho foi semelhante aos demais grupos conforme o desenrolar do teste. O mesmo ocorreu em relação ao comportamento ansioso: os animais cuja mãe fez exercício eram mais ansiosos, mesmo aqueles sem a mutação.

“Dados da literatura mostram que o exercício físico, em geral, não provoca ansiedade; é ansiolítico. Então, decidimos retirar a roda giratória após o nascimento dos filhotes”, explica Diana Zukas Andreotti. Assim, a mãe passaria mais tempo com a prole durante a amamentação, evitando o estresse dos filhotes. Foi nesse novo procedimento que o grupo cuja mãe havia se exercitado apenas antes e durante a prenhez apresentou melhora significativa no aprendizado, no comportamento ansioso e na interação social. “A influência do comportamento materno foi um achado inesperado dentro de nossa pesquisa”, observa.

Por que funciona – De acordo com Elisa Kawamoto, nos modelos animais com mutação PTEN cuja mãe fez exercício, foi observado um aumento de BNDF, proteína importante para o desenvolvimento do cérebro. “Normalmente, em animais com déficit cognitivo, o BNDF está reduzido. Então, é possível que a melhora nos testes cognitivos ocorra devido a esse aumento, mas ainda confirmaremos essa hipótese nos próximos passos”, ressalta. Dessa forma, acredita-se que o exercício físico feito durante a prenhez possa influenciar o desenvolvimento cerebral, podendo amenizar os sintomas decorrentes da deleção.

No caso dos humanos, a pesquisadora Elisa Kawamoto explica que a atividade física já é utilizada como uma terapia complementar para diversas doenças. “Uma série de pesquisas na literatura aponta os benefícios do exercício físico. No caso do autismo, ele representa uma intervenção não farmacológica que pode auxiliar na melhora dos sintomas e, consequentemente, na qualidade de vida do paciente”.

 

****************************************

ATENDIMENTO À IMPRENSA
Acadêmica Agência de Comunicação
Assessoria de imprensa do Instituto de Ciências Biomédicas da USP
Angela Trabbold – angela@academica.jor.br / (11) 99912-8331 / 5081-5237 / 5549-1863
Aline Tavares – aline@academica.jor.br (11) 3091-0874

Read More

Por Acadêmica
Estudos na fronteira do conhecimento em Biomédica pautam evento no ICB-USP

 Começa nesta quinta-feira (27/6) o simpósio “Grandes Desafios das 

Ciências Biomédicas”, que reunirá especialistas do Brasil e exterior para discutir os avanços da pesquisa na área.

 

Uso de células-tronco de pluripotência induzida para terapia; modificações no metabolismo energético para prevenir doenças; o papel da microbiota na resposta do organismo à imunoterapia do câncer; e nanotecnologia para distribuição vacinas serão alguns dos assuntos abordados no simpósio “Grandes Desafios das Ciências Biomédicas”, que acontece nos dias 27 e 28 de junho, no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), em São Paulo.

Vários aspectos de pesquisas da área biomédica e os grandes desafios envolvidos nesses estudos serão apresentados por especialistas do Brasil e exterior no painel “Fronteiras na Pesquisa Biomédica”. A pesquisadora Lygia da Veiga Pereira, do Instituto de Biociências da USP, vai mostrar como as células-tronco de pluripotência induzida podem auxiliar pesquisas biomédicas, tanto para modelos de doenças humanas in vitro como para descobrir e testar novos medicamentos. Trata-se de células adultas que, com uma técnica de reprogramação celular criada pelo cientista japonês Shinya Yamanaka, tornam-se embrionárias, sendo assim capazes de se transformar em qualquer tipo de célula adulta.

Alicia Kowaltowski, do Instituto de Química da USP, abordará os efeitos metabólicos da restrição de calorias. Nos humanos, a obesidade é associada a um aumento da incidência de doenças relacionadas ao envelhecimento. Nesse sentido, a pesquisadora mostrará que mudanças no metabolismo energético podem prevenir essas doenças.

Entre os palestrantes de instituições estrangeiras, Mariane Bandeira Melo, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), falará sobre a nanotecnologia como forma de otimizar a distribuição de vacinas, com foco em vacinas auto-replicantes baseadas em RNA. Já Stephen Schoenberger, do La Jolla Institute for Immunology, falará das pesquisas de seu laboratório sobre imunoterapia para câncer. E Giorgio Trincheri, do National Cancer Institute, irá discutir como a microbiota afeta a resposta do organismo à imunoterapia do câncer.

O evento é parte das comemorações dos 50 anos do ICB. Além de estudos na fronteira do conhecimento, também serão discutidos políticas científicas e financiamento em pesquisa, divulgação científica e o combate às fake news, pesquisa básica, translacional e inovação e reprodutibilidade em pesquisa.

 

Serviço: O Simpósio “Grandes Desafios das Ciências Biomédicas” será realizado nos dias 27 e 28 de junho, das 8h às 17h, no anfiteatro Luiz Rachid Trabulsi do ICB III (Av. Prof. Lineu Prestes, 2415, Cidade Universitária – São Paulo). O evento é aberto ao público e não requer inscrição. Veja a programação completa neste link.

 

*************

 

ATENDIMENTO À IMPRENSA
Acadêmica Agência de Comunicação
Assessoria de imprensa do Instituto de Ciências Biomédicas da USP
(11) 5549-1863 / 5081-5237
Angela Trabbold – angela@academica.jor.br / (11) 99912-8331

Read More

Por Acadêmica
Alimentos podem interferir nos efeitos dos medicamentos

Alguns retardam ou potencializam a ação do remédio; outros causam efeitos adversos. Especialista do ICB-USP aponta quais interações devem ser evitadas.

 

Nem toda a bula de medicamento alerta, mas há vários alimentos que não devem ser ingeridos com determinados medicamentos. São interações pouco conhecidas e difundidas. “Este tipo de interação é estudado desde a segunda metade do século XX, mas somente nos últimos anos é que trabalhos e ensaios clínicos têm mostrado que a administração de alguns deles junto com determinados nutrientes podem alterar a ação do medicamento e a eficácia do tratamento”, afirma o farmacêutico Moacyr Aizenstein, professor do Departamento de Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).

Autor do livro Fundamentos para o Uso Racional de Medicamentos (Editora ELSEVIER, 2016), que está em sua terceira edição, e responsável por um curso sobre o assunto para profissionais da saúde, Aizenstein tem uma lista extensa do que deve ser evitado.

Em primeiro lugar, é um equívoco tomar o remédio sempre após a refeição – na verdade, o ideal é em jejum. “O estômago vazio facilita a absorção – com exceção de alguns medicamentos específicos, como anti-inflamatórios e a metformina [antidiabético], que precisam da proteção de alimentos no estômago pois provocam irritação gástrica”, explica.

Alerta amarelo – Segundo ele, algumas frutas como maçã, ameixa e goiaba, que contém pectina, podem retardar a absorção de medicamentos à base de paracetamol, como o Tylenol, por exemplo. Já o feijão, lentilha e cereais, classificados como fibras insolúveis, retardam a absorção de digoxina, usada no tratamento da insuficiência cardíaca.

O suco concentrado de grapefruit, por sua vez, causa um aumento na biodisponibilidade dos hipertensivos nifedipina e felodipina, por inibirem seu metabolismo. “Mesmo em pequenas quantidades, essa interação pode provocar efeito tóxico.”

Alimentos que contém xantina, como café, chá e chocolate, também podem potencializar o efeito da teofilina no tratamento da asma, provocando intoxicação.

Alerta vermelho – Aizenstein chama a atenção para alimentos que contém tiramina, tais como queijo, vinho tinto ou produtos defumados. Associados com medicamentos usados no tratamento de doenças psiquiátricas, sobretudo com os fármacos antidepressivos inibidores da enzima monoaminoxidase, há o risco de o paciente ter uma crise de hipertensão.

Bebida alcoólica, vale reforçar, nunca deve ser ingerida com ansiolítico, sedativo ou anestésico. “A ingestão de álcool tem um efeito sinérgico, potencializando o efeito desses medicamentos. Há um caso clássico de uma paciente que tomava ansiolítico, foi numa festa, bebeu e entrou em coma.”

Ele chama a atenção também para a associação do álcool com o metronidazol (antiparasitário), o cetoconazol (antifúngico), as cefalosporinas (antibióticos). “Pode causar acúmulo de aldeído acético no organismo, uma substância tóxica, levando o paciente a ter dor de cabeça, náusea, vermelhidão e crise hipertensiva.

No geral, deve-se evitar a ingestão de álcool com qualquer medicamento. “Se o paciente está tomando algum medicamento é porque tem alguma patologia. E o álcool é um imunossupressor: diminui a capacidade do organismo de se defender. Além disso, é um indutor enzimático. “Ao aumentar a expressão de uma enzima, pela ingestão de álcool, o medicamento será metabolizado mais intensamente, e isso afeta sua concentração no organismo, diminuindo sua eficácia.”

 

****************************************

ATENDIMENTO À IMPRENSA
Acadêmica Agência de Comunicação
Assessoria de imprensa do Instituto de Ciências Biomédicas da USP
Angela Trabbold – angela@academica.jor.br / (11) 99912-8331 / 5081-5237 / 5549-1863
Aline Tavares – aline@academica.jor.br (11) 3091-0874

Read More

Por Acadêmica
 Instituto Butantan e ICB-USP realizam II Feira da Imunidade e da Vacina

Evento é gratuito e contará com atividades interativas, palestras e rodas de conversas – tudo permeado de muita informação qualificada sobre vacinas e o modo de funcionamento do sistema imunológico.

 

No Dia Mundial da Imunização (9 de junho), acontece no Instituto Butantan, em São Paulo, a II Feira da Imunidade e da Vacina, com a proposta de fornecer informações qualificadas sobre os modos pelos quais o corpo se protege por meio de vacinas.  Realizado em parceria com o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), o evento será gratuito e contará com atrações divertidas e interessantes.

Participando de atividades interativas, os visitantes irão compreender como o sistema imunológico combate as doenças e o papel das vacinas na proteção do organismo. Explorar o interior de uma célula gigante, olhar células ao microscópio, escalar uma parede que imita o sistema linfático e se divertir com jogos de tabuleiros em que as peças são bactérias e vírus são algumas delas.

O público também irá conhecer o processo de produção das vacinas de gripe no estande “Vacina contra Gripe é com o Butantan”. Aqueles que ainda não receberam a vacina contra gripe, poderão fazê-lo no evento: haverá um posto da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo com esta finalidade. Outras vacinas também serão aplicadas no posto especial.

No período da manhã e à tarde, serão realizadas duas rodas de conversas para quem quiser esclarecer dúvidas com especialistas do Departamento de Imunologia do ICB-USP, do Instituto Butantan e da Sociedade Brasileira de Imunizações. Ao longo do evento, os pesquisadores também farão quatro sessões de TED talks, abordando aspectos diversos da imunização.


Serviço: A II Feira da Imunidade e da Vacina será no dia 9 de junho (domingo), das 10h às 16h, no Instituto Butantan (Av. Vital Brasil, 1500 – Butantã, São Paulo – SP). No evento, os visitantes poderão conferir também outras atrações que o Instituto Butantan oferece, como museus e Parque. Confira neste link

a programação completa: http://www.imunidadeevacina2edicao.butantan.gov.br/ Todas as atividades serão gratuitas.

 

************************************

 

ATENDIMENTO À IMPRENSA

Acadêmica Agência de Comunicação

Angela Trabbold – angela@academica.jor.br – (11) 5549-1863 / 5081-5237 / 99912-8331

Aline Tavares – aline@academica.jor.br – (11) 3091-0874

Read More

Por Acadêmica