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Poli-USP começa a elaborar retorno ao campus da USP Leste

O grupo de trabalho responsável pela elaboração do projeto de reimplantação da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) no campus da USP Leste se reuniu hoje (01/10), pela primeira vez, com o diretor da Escola, o professor José Roberto Castilho Piqueira. A reunião foi realizada na Sala do CTA, no prédio de Administração da Escola, no campus do Butantã, em São Paulo.

O grupo é formado por seis docentes da instituição: Mauro Zilbovicius, André Hirakawa, Alberto Hernandez Neto, Paulo Sérgio Cugnasca, Mercia Bottura de Barros e Alexandre Kawano. Eles terão a incumbência de elaborar o projeto e propô-lo para a Diretoria da Escola. Uma vez finalizado, o projeto será submetido à avaliação de demais instâncias da Universidade e do governo. Um cronograma para elaboração do mesmo será definido. A próxima reunião do grupo está prevista para o dia 16 de outubro.

Diretrizes – A proposta inicial é que o projeto não se limite à instalação de um curso da Poli no campus da USP Leste. Além disso, a comunidade local terá participação nas discussões. “Não é um projeto da Poli para a Zona Leste, mas é a Poli se associando à comunidade. Nós sabemos fazer uma escola de Engenharia, mas é a comunidade que pode nos dizer o que a região e seus moradores precisam” aponta.

Algumas ideias já surgiram, como parcerias com escolas de ensino médio, cursinhos preparatórios para o vestibular (hoje a Poli e o Anglo já trabalham juntos na região) e escolas técnicas instaladas na Zona Leste. Outro enfoque seriam ações focadas no empreendedorismo, observando o perfil socioeconômico da região e as demandas dos próprios estudantes. Outra ideia seria a adoção da metodologia do ensino-aprendizado por projetos.

Os integrantes do grupo de trabalho já estão estudando aspectos importantes para a proposta, como o mercado de trabalho da região e o perfil dos estudantes. Além disso, para obter mais subsídios, o grupo vai recuperar informações de iniciativas anteriores, como um projeto de instalação de uma escola de Engenharia na Zona Leste elaborado pela Poli na época da gestão da prefeita Marta Suplicy, que propunha instalação de três cursos na área nas proximidades do corredor Jacu-Pêssego.

“Trata-se de uma ação estratégica da Escola, assim como foi com a instalação do campus em Santos” destaca Piqueira. “Queremos apresentar o melhor projeto possível para a Poli na USP Leste. Ele precisa trazer o que podemos oferecer para a comunidade da Zona Leste e quais recursos precisaremos para torná-lo realidade” explica.

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Por Acadêmica
Poli testa eficiência de sistemas de aquecimento de água

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) está construindo um Laboratório de Banho – o Laban – para testes comparativos de modelos de chuveiros existentes no mercado: solar, elétrico, gás e híbridos. O projeto é coordenado pelo professor José de Aquiles Baesso Grimoni.
O Laban está sendo instalado nos vestiários femininos e masculinos da Raia Olímpica do Centro de Práticas Esportivas (Cepeusp) da USP, onde cerca de 600 pessoas tomam banho diariamente após a prática de atividades físicas. O objetivo é realizar testes comparativos de longo prazo para avaliar o gasto e o consumo de energia, considerando as seguintes variáveis: fontes energéticas, custos de implantação, operação, manutenção, efeitos climáticos sazonais e hábitos dos usuários que influenciam o desempenho e os custos do banho.
Serão disponibilizados chuveiros elétricos, à gás, solar e híbridos (solar/elétrico e solar/gás), mas sem nenhuma identificação visível de qual tipo de aquecimento o usuário terá acesso ao tomar banho. Ao término, será apresentado à pessoa um questionário de avaliação de sua percepção do banho, incluindo questões como temperatura, vazão de água, tempo e conforto associado ao banho.
Normalmente, as avaliações dos equipamentos de aquecimento de água são feitas em balcões montados nas fábricas, de forma expressa e sem levar em conta diversos fatores que influenciam no consumo da água e da energia ao longo do ano e a preferência das pessoas. O Laban tem caráter permanente e, ao término dos testes com uma empresa, poderá servir de laboratório para outros fabricantes. A mensuração dos equipamentos será feita em ambiente e condições reais.
Os resultados dos testes vão beneficiar não só empresas fabricantes de aquecedores, que poderão investir em novas tecnologias para melhoria da eficiência de seus produtos, como também órgãos públicos que terão dados confiáveis que servirão de base para criação de legislações específicas e o desenvolvimento de políticas públicas para o setor. Para os consumidores, a vantagem será conhecer equipamentos mais eficientes e ter a liberdade de escolha pelos modelos que desejam instalar em suas residências e que ofereçam mais economia (Com informações do Portal da USP).

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Por Acadêmica
Paraguai busca no Brasil apoio para formar mais engenheiros

Objetivo é capacitar 120 engenheiros, no curto prazo, com a ajuda da Poli/USP.

Na última sexta-feira (28/8), representantes do Ministério de Obras Públicas e Comunicação do Paraguai visitaram a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), em São Paulo, com o objetivo de buscar apoio para aprimorar a formação de seus engenheiros. Eles foram recebidos pelo diretor da Poli, José Roberto Castilho Piqueira, pela vice-diretora, Liedi Bernucci, e pelo coordenador do GAESI – Grupo de Gestão e Automação em TI da Poli, Eduardo Dias.

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Por Acadêmica
Poli/USP promove degustação de bolo feito em forno solar

O chef da cozinha será o professor da Universidade de Algarve, de Portugal.

Ele também mostrará como construir um forno com radiação solar.

Nesta segunda-feira (21/9), a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), com o apoio da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), promoverá o “Encontro de Cozinha Solar à Brava com degustação de bolo assado em um forno que usa radiação solar. O ‘chef’ da cozinha será o professor Celestino Rodrigues Ruivo, do Instituto Superior de Engenharia da Universidade de Algarve, de Portugal, que também fará uma palestra sobre as potencialidades da cozinha solar.

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Por Acadêmica
IEE e Poli implantam geração solar fotovoltaica conectada à rede elétrica

Projeto, já em fase de avaliação e monitoramento,conquistou o 1º Premio Inovação e Tecnologia Brasil Solar.

O Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEE-USP), com participação da Escola Politécnica (Poli-USP) e das empresas Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP) e Cesp, implantou quatro estações de energia solar fotovoltaicas, integradas ao sistema de abastecimento de energia elétrica, que possibilita gerar aproximadamente 500 kW de energia por dia no campus da USP, no bairro do Butantã, em São Paulo. Essa capacidade equivale a 2,5% da demanda de energia da Universidade.

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Por Acadêmica
Poli/USP desenvolve plataforma sobre nanossegurança

Iniciativa é parte de uma rede nacional de pesquisas sobre nanotoxicologia ocupacional e ambiental e está focada na saúde e segurança do trabalhador.

Pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) desenvolveram a Plataforma HSEnano, um portal que trata de saúde, segurança e risco ocupacional envolvendo a nanotecnologia. Com foco na segurança do trabalho, a plataforma traz pesquisas, vídeos, documentos oficiais e uma lista das principais entidades que estudam ou tratam da regulamentação sobre o tema em todo o mundo. Em 2016, a plataforma deverá ganhar uma nova ferramenta: um sistema de gestão que poderá ser utilizado por qualquer pessoa, de forma gratuita, e que auxiliará na tomada de decisões quanto aos riscos envolvendo a manipulação de materiais nanoestruturados.

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Por Acadêmica
Pesquisa abre caminho para a ‘terceira dentição’

Instituto de Física da USP cria superfície útil para a formaçãode tecido dentário por meio de células-tronco.

Uma parceria entre Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF/USP) pode representar uma etapa crucial no desenvolvimento da chamada “terceira dentição a partir de células-tronco dentárias. A terceira dentição designa diversas iniciativas de regeneração ou substituição dos dentes perdidos ou deteriorados. O estudo caracterizou o tecido celular formado a partir de células-tronco de polpa de dentes humanos em superfícies de filmes de diamante, modificadas com oxigênio e hidrogênio. As superfícies foram preparadas no Laboratório de Filmes Finos (LFF) do IF/USP, coordenado pela professora Maria Cecília Salvadori.

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Por Acadêmica
AVISO DE PAUTA: Workshop internacional debate corredores verdes

Workshop apresentará a experiência europeia com os SuperGreen Projects e as perspectivas de implantação de um corredor verde no Brasil.

Nos dias 15 e 16 de setembro, no Centro Universitário da FEI, em São Bernardo do Campo (SP), será realizado o Workshop Internacional sobre Corredores Verdes: Experiência Europeia e Perspectivas Brasileiras. O evento está sendo organizado pelo Centro de Inovação em Logística e Infraestrutura Portuária (CILIP/USP), pelo Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB) e pelo Lindholmen Science Park (LSP), da Suécia, com a participação de representantes da academia, indústria e governo.

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Por Acadêmica
Workshop em aeronáutica e defesa estabelece prioridades em inovação para a parceria Brasil-Suécia

Organizado pelo CISB e pelo ITA, encontro pavimentou o caminho para a execução de uma agenda de cooperação entre os dois países.

A 2ª edição do Workshop Brasil-Suécia em Aeronáutica e Defesa, realizado nos dias 28 e 29 de maio no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), reuniu mais de 180 participantes entre representantes de empresas, universidades e governo de ambos os países para aprofundar as discussões sobre os 26 projetos em pré-estudo de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I), no âmbito da parceria entre Brasil e Suécia.

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Por Acadêmica
Brasil já consumiu metade da cota de “volume morto do IPv4

Antônio Moreiras, do NIC.br, falou sobre implementação do IPv6 na

1ª Conferência Abranet, realizada em São Paulo.

O Brasil já utilizou praticamente metade dos poucos IPs ainda disponíveis do IPv4 do lote ainda existente para distribuição nesse protocolo. “Chegamos ao final do IPv4 no ano passado e agora, fazendo uma analogia ao que estamos observando em relação a água, estamos usando a primeira cota do volume morto de IPs” disse Antonio Moreiras, gerente da área de projetos do NIC.br, que apresentou hoje (13/05) uma palestra sobre a implantação do novo protocolo IPv6 na 1ª Conferência Abranet, realizada pela Associação Brasileira de Internet (Abranet) em São Paulo.

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Por Acadêmica