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Monthly Archives: outubro 2015

Poli-USP começa a elaborar retorno ao campus da USP Leste

O grupo de trabalho responsável pela elaboração do projeto de reimplantação da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) no campus da USP Leste se reuniu hoje (01/10), pela primeira vez, com o diretor da Escola, o professor José Roberto Castilho Piqueira. A reunião foi realizada na Sala do CTA, no prédio de Administração da Escola, no campus do Butantã, em São Paulo.

O grupo é formado por seis docentes da instituição: Mauro Zilbovicius, André Hirakawa, Alberto Hernandez Neto, Paulo Sérgio Cugnasca, Mercia Bottura de Barros e Alexandre Kawano. Eles terão a incumbência de elaborar o projeto e propô-lo para a Diretoria da Escola. Uma vez finalizado, o projeto será submetido à avaliação de demais instâncias da Universidade e do governo. Um cronograma para elaboração do mesmo será definido. A próxima reunião do grupo está prevista para o dia 16 de outubro.

Diretrizes – A proposta inicial é que o projeto não se limite à instalação de um curso da Poli no campus da USP Leste. Além disso, a comunidade local terá participação nas discussões. “Não é um projeto da Poli para a Zona Leste, mas é a Poli se associando à comunidade. Nós sabemos fazer uma escola de Engenharia, mas é a comunidade que pode nos dizer o que a região e seus moradores precisam” aponta.

Algumas ideias já surgiram, como parcerias com escolas de ensino médio, cursinhos preparatórios para o vestibular (hoje a Poli e o Anglo já trabalham juntos na região) e escolas técnicas instaladas na Zona Leste. Outro enfoque seriam ações focadas no empreendedorismo, observando o perfil socioeconômico da região e as demandas dos próprios estudantes. Outra ideia seria a adoção da metodologia do ensino-aprendizado por projetos.

Os integrantes do grupo de trabalho já estão estudando aspectos importantes para a proposta, como o mercado de trabalho da região e o perfil dos estudantes. Além disso, para obter mais subsídios, o grupo vai recuperar informações de iniciativas anteriores, como um projeto de instalação de uma escola de Engenharia na Zona Leste elaborado pela Poli na época da gestão da prefeita Marta Suplicy, que propunha instalação de três cursos na área nas proximidades do corredor Jacu-Pêssego.

“Trata-se de uma ação estratégica da Escola, assim como foi com a instalação do campus em Santos” destaca Piqueira. “Queremos apresentar o melhor projeto possível para a Poli na USP Leste. Ele precisa trazer o que podemos oferecer para a comunidade da Zona Leste e quais recursos precisaremos para torná-lo realidade” explica.

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Por Acadêmica
Poli testa eficiência de sistemas de aquecimento de água

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) está construindo um Laboratório de Banho – o Laban – para testes comparativos de modelos de chuveiros existentes no mercado: solar, elétrico, gás e híbridos. O projeto é coordenado pelo professor José de Aquiles Baesso Grimoni.
O Laban está sendo instalado nos vestiários femininos e masculinos da Raia Olímpica do Centro de Práticas Esportivas (Cepeusp) da USP, onde cerca de 600 pessoas tomam banho diariamente após a prática de atividades físicas. O objetivo é realizar testes comparativos de longo prazo para avaliar o gasto e o consumo de energia, considerando as seguintes variáveis: fontes energéticas, custos de implantação, operação, manutenção, efeitos climáticos sazonais e hábitos dos usuários que influenciam o desempenho e os custos do banho.
Serão disponibilizados chuveiros elétricos, à gás, solar e híbridos (solar/elétrico e solar/gás), mas sem nenhuma identificação visível de qual tipo de aquecimento o usuário terá acesso ao tomar banho. Ao término, será apresentado à pessoa um questionário de avaliação de sua percepção do banho, incluindo questões como temperatura, vazão de água, tempo e conforto associado ao banho.
Normalmente, as avaliações dos equipamentos de aquecimento de água são feitas em balcões montados nas fábricas, de forma expressa e sem levar em conta diversos fatores que influenciam no consumo da água e da energia ao longo do ano e a preferência das pessoas. O Laban tem caráter permanente e, ao término dos testes com uma empresa, poderá servir de laboratório para outros fabricantes. A mensuração dos equipamentos será feita em ambiente e condições reais.
Os resultados dos testes vão beneficiar não só empresas fabricantes de aquecedores, que poderão investir em novas tecnologias para melhoria da eficiência de seus produtos, como também órgãos públicos que terão dados confiáveis que servirão de base para criação de legislações específicas e o desenvolvimento de políticas públicas para o setor. Para os consumidores, a vantagem será conhecer equipamentos mais eficientes e ter a liberdade de escolha pelos modelos que desejam instalar em suas residências e que ofereçam mais economia (Com informações do Portal da USP).

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Por Acadêmica