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Monthly Archives: julho 2019

Palestra aborda perspectivas atuais de regulação do setor do gás natural

Especialista do setor fala sobre a nova Resolução CNPE 16, sobre o papel da ANP e os preços do gás natural no Brasil; evento acontece na sede do RCGI, em São Paulo

 

Paulo César Ribeiro Lima, engenheiro com uma longa trajetória no setor de petróleo e gás natural, estará no FAPESP Shell Research Centre for Gas Innovation (RCGI) no próximo dia 31 de julho, da 11 às 12 horas, ministrando a palestra “Perspectivas de regulação do gás natural no Brasil”. Ribeiro Lima foi consultor legislativo do Senado Federal e da Câmara dos Deputados por 15 anos, professor da Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COOPE/RJ), além de funcionário do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).

Organizada pela equipe do RCGILex, coordenada pela professorta Hirdan Katarina de Medeiros Costa, a palestra acontece na sede do RCGI, no 1º andar do prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da USP (Av. Professor Mello Moraes, 2.231, Cidade Universitária, São Paulo). É gratuita e aberta ao público em geral. Para se inscrever, basta enviar e-mail para rcgi.lex@usp.br.

“Vou abordar a Resolução 16 do CNPE, o papel da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis – a ANP – na regulação do setor do gás e esmiuçar um pouco os motivos que fazem os preços do gás continuarem tão altos no Brasil”, resume Ribeiro Lima, que vem de Brasília também para participar de uma banca de doutorado de um dos pesquisadores do RCGI, em São Paulo.

Segundo ele, a ANP deveria ter uma postura mais assertiva na regulação do setor gasífero brasileiro. “A Agência aprova o plano de exploração dos campos sem considerar o aproveitamento econômico do gás. Isso, em outros países, seria inadmissível. A reinjeção de gás natural vem aumentando muito no Brasil. E o gás natural reinjetado não paga royalties. É como se não existisse. Isso, no final das contas, acaba prejudicando a própria União já que, nos contratos de partilha, por exemplo, parte do óleo e do gás natural extraídos pertence à União”, argumenta ele.

Novo mercado – Para Ribeiro Lima, a Resolução 16, recentemente editada pelo Conselho Nacional de Política Enrgética (CNPE) com as diretrizes para a implementação do Novo Mercado de Gás, vai na direção correta. Mas o mercado não resolverá, sozinho, os problemas do preço do gás natural, como apregoam integrantes do governo federal.

“Um bom exemplo: vendemos a NTS e a TAG, duas transportadoras de gás que pertenciam à Petrobras.  A TAG foi vendida por US$ 8,6 bilhões. Destes, mais de US$ 20 milhões foram emprestados dos bancos. Ou seja: as empresas terão de pagar esse dinheiro aos bancos. Quando forem apresentar suas planilhas de custo, irão argumentar que precisarão amortizar os US$ 8,6 bilhões e que precisarão pagar os bancos. Ou seja: acabou qualquer possibilidade de redução da tarifa de transporte de gás no Brasil.”

Privilégio – O evento faz parte de uma série de palestras e workshops desenvolvidos há quase dois anos pela equipe mantenedora do RCGILex – um conjunto de produtos editoriais digitais usados para aglutinar e analisar os marcos legais e regulatórios aplicados ao setor brasileiro de gás natural, desenvolvido no âmbito do Projeto 21 do RCGI.

“Trazer convidados de fora para dar palestras e workshops, enriquecendo o conteúdo de nossas publicações, é um dos objetivos do RGILex. Incentivamos o diálogo e a interação constante entre mercado e academia. O Paulo César é um especialista com uma experiência imensa no setor de óleo e gás, e muito prestígio no mercado. É um privilégio poder contar com ele”, afirma a professora Hirdan Katarina de Medeiros Costa.

 

Conheça o palestrante:

Paulo César Ribeiro Lima: Depois de se formar em engenharia, na Universidade Federal de Minas Gerais, foi aprovado em concurso da Petrobras, onde trabalhou por cerca de 16 anos. Atuou no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), no desenvolvimento de tecnologias para exploração e produção de petróleo em águas profundas. Fez mestrado em engenharia na Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorado na Universidade de Cranfield, na Inglaterra. Também foi professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE) e do Instituto de Ensino Superior Planalto. Em 2002, fez concurso para consultor legislativo do Senado e da Câmara dos Deputados para Economia-Minas e Energia, sendo aprovado em ambos. Ao longo dos seus 15 anos de trabalho como consultor legislativo, participou ativamente do processo legislativo no Congresso Nacional, com destaque para os novos marcos legais do pré-sal, dos royalties para a educação e saúde, dos biocombustíveis, do setor elétrico e do setor mineral.

 

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Comissão de Apoio à Comunidade do ICB-USP auxilia alunos, professores e funcionários em conflitos  

 

A CAC-ICB conta com psicólogas e psicanalistas voluntárias que atendem pessoas da comunidade do ICB em situações de fragilidade. Desde janeiro de 2018, foram atendidas 148 pessoas vinculadas ao instituto.

 

Em novembro de 2017, o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) criou a Comissão de Apoio à Comunidade (CAC), com o intuito de auxiliar no cuidado da saúde mental de todos os integrantes da unidade. Desde então, a comissão atua voluntariamente no incentivo à empatia e à comunicação entre professores, alunos e funcionários, e na prevenção e preocupação com pessoas com conflitos.

A CAC é coordenada pelo professor Paulo Abrahamsohn e pelas professoras Silvana Chiavegatto e Dânia Emi Hamassaki. Atualmente, conta com 11 membros – entre eles, a psicóloga Margareth Labate, que realiza a maior parte dos atendimentos com a psicanalista Nancy Rebouças. Um dos compromissos principais da comissão é manter sigilo sobre os agendamentos efetuados pelas pessoas interessadas, de modo a garantir sua segurança e privacidade. “As consultas podem ser agendadas por e-mail e apenas um membro da CAC possui a senha de acesso”, garante o coordenador Abrahamsohn.

De janeiro de 2018 a junho de 2019, foram atendidas 200 pessoas, sendo 148 do ICB, 34 de outras unidades e 18 pessoas externas à USP. A maioria (65%) foi atendida em até três sessões, 20% realizou entre quatro e seis sessões, 6% entre sete e nove sessões e 9% a partir de 10 sessões. Entre os atendidos do ICB, 27% são alunos de Doutorado, 24% alunos de Mestrado, 19% da graduação, 18% funcionários, 7% pós-doutorandos e 5% docentes. Entre os alunos de graduação, 75% estão no 1º ou 2º ano de seu curso.

Em uma pesquisa realizada com 32 indivíduos atendidos, todos confirmaram que recomendariam o atendimento da CAC a outras pessoas e 31 descreveram as atividades da CAC como muito importantes para a comunidade.

Suporte coletivo – Além dos atendimentos, a CAC também visa incentivar a comunicação entre as pessoas e já realizou uma série de ações com essa finalidade, como palestras de desenvolvimento pessoal. Em 2018, a comissão promoveu uma grande campanha dentro do ICB para o Setembro Amarelo e, durante todo o mês, a psicóloga Margareth Labate realizou plantão na unidade.

Segundo o professor Paulo Abrahamsohn, a constante pressão e as múltiplas atividades presentes no ambiente universitário, tanto para os alunos quanto para os docentes, dificulta a comunicação entre os indivíduos. “Uma frase que eu sempre digo para os alunos é: ‘existe vida fora dos laboratórios e fora das salas de aula’. É importante aprender a gerenciar as atividades do dia a dia e promover o convívio social”, ressalta.

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USP inaugura laboratório de processos catalíticos

Um dos objetivos é desenvolver catalisadores para reações que utilizam CO2 como matéria prima; RCGI ajudou a custear as novas instalações.

No próximo dia 12 de julho será inaugurado, em São Paulo, o Laboratório de Pesquisa e Inovação em Processos Catalíticos – LaPCat, do Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PQI-POLI-USP). O evento acontece das 10h ao meio dia e começa com uma apresentação feita pelos professores Martin Schmal, Rita Maria de Brito Alves e Cláudio Augusto Oller do Nascimento, da Poli-USP, no Anfiteatro Priscila Aya Shimizu, no Bloco 19 do PQI, no Conjunto das Químicas, Campus Butantã. Na sequência, será realizada uma visita guiada ao laboratório e, após o “tour”, um coquetel será oferecido para os convidados.

As instalações ficam no andar térreo do edifício conhecido como Semi Industrial (Bloco B), anexo ao Conjunto das Químicas da USP, em uma área de 400 m² que também abriga o Laboratório de Polímeros, coordenado pelo professor Reinaldo Giudici. “Fizemos uma reforma e uma área comum aos dois grupos de pesquisa: polímeros e processos catalíticos. Ela abriga espaços de preparação, calcinação, caracterização física, térmica, química e in-situ etc. Separadamente, cada um dos grupos tem espaços exclusivos. Temos também uma área para instalação futura de plantas piloto”, resume a professora Rita.

Integrante do FAPESP Shell Research Centre for Gas Innovation (RCGI), ela explica que no novo laboratório são desenvolvidos catalisadores para algumas reações e processos, como a tri-reforma do metano para produção de gás de síntese (syngas) para uso como matéria prima para combustíveis e produtos químicos, a reação de Fischer-Tropsch para produção de combustíveis, hidrocarbonetos leves e olefinas, a reação conhecida como Water Gas Shift para produção de hidrogênio, e a reação de hidrogenação de COpara produção de DME (Dimetil Éter), que pode ser utilizado como combustível.

“O diferencial é o estudo de novos materiais para o desenvolvimento de catalisadores. O uso desses insumos para elaboração de catalisadores é muito recente no mundo”, enfatiza o consultor do laboratório e especialista em catálise, Martin Schmal, professor colaborador da Poli-USP. De acordo com ele, essas tecnologias de catálise ainda não estão sendo usadas pela indústria. “Os estudos estão avançando e acreditamos que elas têm futuro.”

A maior parte da verba para reformar o Laboratório de Pesquisa e Inovação em Processos Catalíticos veio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). A Shell, por meio do RCGI, também ajudou a custear parte das instalações, que receberam, ainda, verba oriunda de outros projetos desenvolvidos pela equipe que coordena o espaço.

Abatimento de CO2 – Tanto a tri-reforma do metano como a produção de DME utilizam CO2 como matéria prima e, por isso, podem ser consideradas como iniciativas de CCU (Carbon Capture and Utilization). A CCU vem sendo apontada como um dos caminhos promissores para a redução das emissões globais de CO2.

Segundo Rita, o CO2 usado como matéria prima pelas reações estudadas pode vir de diversas procedências, entre elas o pré-sal, que tem um gás natural rico em CO2; uma termoelétrica; ou o biogás. “Muitos grupos de pesquisa estão investigando processos para transformar o CO2 em produtos de alto valor agregado. Assim, ele passa de resíduo a matéria prima”, diz ela.

“Há vários estudos sobre a obtenção de produtos de alto valor agregado a partir de biomassa, por exemplo. Mas é preciso purificar os produtos obtidos. E, para isso, muitas vezes são necessários catalisadores específicos”, ressalta Schmal.

Ele lembra que o LaPCat é multiusuário, aberto aos pesquisadores da USP e de outras universidades, mas também a parcerias com a iniciativa privada por meio de projetos de pesquisa. “Temos condições de fazer estudos aplicados para a indústria. Já fomos procurados por uma empresa química de São Paulo, para fazer um projeto. Estamos delineando os termos”, adiantou ele.

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RCGI estuda o potencial de rochas para estocar carbono emitido pelo maior complexo brasileiro de termelétricas

Projeto vai avaliar potencial de armazenagem de folhelhos, arenitos, basaltos e argilitos da Bacia do Paraná para armazenamento do CO2 capturado nas UTEs do complexo Jorge Lacerda.

O Fapesp Shell Research Centre for Gas Innovation (RCGI) está começando a estudar as rochas na região do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, no sul-sudeste de Santa Catarina, no intuito de saber se podem ser usadas para estocagem de CO2. Coordenado pelo professor Colombo Tassinari, pesquisador do RCGI e docente dos Institutos de Energia e Ambiente (IEE/USP) e de Geociências (IGc/USP), o projeto é motivado por uma parceria do IEE/USP com a Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), que está buscando políticas e tecnologias que diminuam as emissões de CO2 do carvão mineral usado nas Usinas Termelétricas (UTEs).

“Eles nos procuraram no IEE quando souberam que estávamos trabalhando com caracterização de material geológico para estocar carbono, porque estão desenvolvendo sistemas para capturar CO2 na boca das fontes emissoras de CO2. O gás capturado necessita de locais próximos para ser armazenado. As usinas movidas a carvão emitem mais CO2 que do que as movidas a óleo e a gás”, resumiu Tassinari.

O complexo tem três usinas: Jorge Lacerda A, com duas unidades geradoras de 50 MW e duas de 66 MW cada; Jorge Lacerda B, com duas unidades de 131 MW cada; e Jorge Lacerda C, com uma unidade geradora de 363 MW, totalizando 857 MW. Elas emitem material particulado, óxidos de nitrogênio (NOx) e dióxido de enxofre (SO2).

O projeto teve início com a seleção da geóloga Maria Rogieri Pelissari como bolsista. Aluna de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Energia do IEE, ela está começando a caracterizar as rochas sedimentares do entorno do complexo das UTEs que tenham potencial de estocagem do CO2 emitido pelas usinas.

“Vamos estudar folhelhos, arenitos, basaltos e argilitos de diversas formações geológicas que estejam o mais próximo possível do complexo termelétrico. A área está dentro da Bacia Sedimentar do Paraná, embora o complexo de UTEs não esteja localizado sobre ela., explica o geólogo e professor do IEE, também coordenador do projeto 36 do RCGI (Armazenamento de Carbono em Reservatórios Geológicos no Brasil: Perspectivas para CCS em Reservatórios de Petróleo Não Convencionais “onshore” e em Bacias Sedimentares “offshore” do Sudeste do Brasil).

Segundo ele, essas rochas estão em profundidades diferentes e têm características diferentes. “Para checar a viabilidade de uso delas como repositórios de carbono é preciso realizar diversos tipos de análises com cada uma delas e vários estudos geológicos. No mestrado da Maria Pelissari vamos focar mais os folhelhos, dos quais serão coletadas amostras em campo, que serão posteriormente analisadas. Já o potencial de armazenamento das outras rochas vamos abordar principalmente, com base nos dados da literatura existente.”

De acordo com ele, dentre as rochas selecionadas o folhelho ainda é pouco estudado para a armazenagem do CO2 e tem a vantagem de ser o único que consegue reter o CO2 sem precisar da cobertura de outras rochas. “Nos arenitos, basaltos e argilitos só é possível armazenar o carbono se existirem armadilhas, como a presença de rochas selantes, que impediriam o escape do CO2 estocado.  Os folhelhos, por conterem matéria orgânica e argilas que retêm por adsorção o CO2, têm o poder de reter dentro dele o CO2 injetado, sem a necessidade de rochas selantes por longo tempo.”

A tecnologia de Captura e Estocagem de Carbono (do inglês, Carbon Capture and Storage – CCS) é uma das soluções apontadas pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) para mitigação de emissões de gases causadores do efeito estufa (GEEs). Ela consiste na captura de CO2, compressão, transporte e injeção em reservatórios em unidades geológicas, para estocagem permanente.

 

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Curso sobre redação de patentes é ministrado por colaborador do ICB-USP em todo o Brasil

O pesquisador Henry Suzuki, colaborador do ICB-USP e da AUSPIN, irá promover um workshop em diferentes cidades para profissionais da área de ciência, empreendedorismo e inovação. Em São Paulo, o curso será realizado nos dias 22 e 23 de julho.

 

O “Workshop Redação de Patentes: além dos guias” ocorrerá em São Paulo nos dias 22 e 23 de julho, no auditório da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na Cidade Universitária. A iniciativa é da Axonal Consultoria Tecnológica, que conta com o apoio de mais de 150 instituições que atuam na área de pesquisa e inovação, como o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e a Agência USP de Inovação (AUSPIN). No total, serão 75 edições gratuitas ao longo de 2019 em todos os estados brasileiros.

O responsável por ministrar o curso será Henry Suzuki, diretor geral da Axonal e pesquisador colaborador do ICB-USP e da AUSPIN. Cada edição terá dois dias de duração: o primeiro será focado na revisão de aspectos conceituais sobre patentes e seu impacto na estratégia de redação e de tramitação, enquanto o segundo dia será composto por atividades práticas guiadas para exercitar a lógica de leitura e redação. Serão realizadas, ainda, oficinas de busca de patentes e mapeamento de segmentos tecnológicos.

Segundo Suzuki, a ideia da realização das oficinas em âmbito nacional surgiu devido a uma escassez de conhecimento sobre patentes por parte dos brasileiros. “Embora estejamos na era do conhecimento, ainda são poucos os brasileiros que sabem como proteger suas criações e como utilizar informações de patentes de terceiros”, explica.

O pesquisador conta que já perdeu invenções por não saber protegê-las e pretende ajudar os outros profissionais nesse sentido. “Acredito que o trabalho em rede e o compartilhamento de conhecimentos sobre propriedade intelectual e sobre o uso de informações contidas em patentes pode ajudar a mudar o nosso país”.

O curso é voltado para pesquisadores, empresários, gestores e inventores, e não é necessário conhecimento prévio sobre patentes para participar. As inscrições são limitadas e podem ser feitas gratuitamente pelo site www.axonal.com.br/capacitacao, onde também consta a relação dos cursos que serão ministrados em outras cidades.

 

Serviço:

Workshop Redação de Patentes: além dos guias
Data: 22 e 23 de julho de 2019
Horário: 8h30 às 16h30
Local: Auditório da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (Rua da Biblioteca, 21, Cidade Universitária – Butantã, São Paulo)
Inscrições pelo site: www.axonal.com.br/capacitacao
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