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Captura e armazenamento de carbono em debate na USP

Começa amanhã (1/10), em São Paulo, a conferência “Energy Transition Research & Innovation 2019” que irá reunir pesquisadores do Brasil e do exterior, representantes de empresas, governo e agências de financiamento para discutir tecnologias de captura e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês). Além de apresentações de experiências com CCS nos EUA, Índia e Reino Unido, alguns destaques são:

– David Torres, vice president of Integrated Gas and CO2 Abatement Tech at Shell Solutions (Opening ceremony)

– Alex Garcia de Almeida – assessor do diretor geral da ANP (The role of regulator of energy-transition operations in Brazil)

– Lene Hviid, general manager of Shell Research Connect and Game Changer (Making the future – open innovation at Shell)

– Eric Larson, da Princeton University (The Rapid Switch Project, and some thoughts of CCS in energy transitions)

– Paulo Artaxo, do IPCC – (The messages for action of the latest IPCC Report on Land and Climate)

– Owen Anderson, da Universidade do Texas (Can CCS be a partial answer to climate change challenge?)

 

A programação completa está neste link: https://www.rcgi.poli.usp.br/etri-2019/

O evento é organizado pelo Fapesp Shell Research Centre for Gas Innovation (RCGI) – um centro de pesquisa sediado na USP que é financiado pela Shell e pela Fapesp e reúne cerca de 350 pesquisadores. Nele são desenvolvidos estudos avançados sobre o uso sustentável de gás natural, biogás, hidrogênio, gestão, transporte, armazenamento e uso de CO2.

 

 

Serviço:

A conferência “Energy Transition Research & Innovation 2019” será realizada nos dias 1 e 2 de outubro, das 9h às 19h, no auditório do Centro de Difusão Internacional da Cidade Universitária na USP (Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 222 – Butantã, São Paulo).

 

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Itu e Agudos lideram potencial de geração de biogás e biometano

 

De acordo com mapas interativos lançados pelo RCGI, os dois maiores potenciais no Estado de obtenção de biogás e biometano a partir de resíduos da criação de suínos estão nas regiões administrativas de Sorocaba e Bauru.

 

Os municípios de Itu e Agudos têm os maiores potenciais estaduais de geração de biogás e biometano a partir de resíduos da criação de suínos, e de geração de energia elétrica a partir do biogás obtido. As informações constam da coleção de mapas interativos Biogás, Biometano e Potência Elétrica em São Paulo, lançada recentemente por uma equipe de pesquisadores do Fapesp Shell Research Centre for Gas Innovation (RCGI) coordenada pela professora Suani Coelho, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Bioenergia (GBIO) do Instituto de Energia e Ambiente da USP.

Os mapas apresentam as estimativas dos potenciais de produção de biogás e biometano no Estado, e o potencial elétrico a partir do biogás, por município, de acordo com três grandes fontes de obtenção: resíduos de criação animal, resíduos urbanos e setor sucroalcooleiro.

Quando se comparam os potenciais de aproveitamento energético das três fontes acima, o setor de criação de suínos apresenta o menor potencial de aproveitamento de biogás e demais energéticos. Ainda assim, seu potencial é expressivo. Seria possível produzir 21 milhões de m3 de biogás por ano a partir dos resíduos da suinocultura e, se fosse utilizado para produção de biometano, o potencial seria 14,5 milhões de m³/ano, podendo suprir o consumo de gás natural em 66.000 residências do Estado. Além disso, se o biogás do setor de suinocultura fosse utilizado para geração de eletricidade, o potencial seria 49 GWh/ano, sendo capaz de abastecer aproximadamente 21.000 residências.

Itu e Agudos são os dois municípios com o maior potencial e poderiam gerar quase 2,8 milhões de m3 de biogás. Itu fica na região de Sorocaba, a 108 km de São Paulo. Agudos está na região de Bauru, a 313 km da capital. A partir desse biogás, seria possível gerar um total de 6,4 GWh/ano de energia elétrica, representando 13% do potencial total de geração de energia elétrica com resíduos de suinocultura para o Estado.

Nestes dois municípios, com a energia elétrica gerada a partir do biogás dos resíduos de suínos, seria possível suprir aproximadamente 41% do consumo de energia elétrica no meio rural no município de Agudos e 8 %, em Itu.

Caso o biogás fosse transformado em biometano, juntos, os dois municípios poderiam gerar 1,9 milhões de m³/ano de biometano a partir de resíduos da criação de suínos. Para ao município de Itu, a quantidade de biometano gerada seria suficiente para triplicar o número de residências atendidas hoje com gás natural e, para o município de Agudos, poderia atender aproximadamente 2.500 residências, uma vez que não há atendimento de gás natural residencial no município.

O conjunto de mapas, que está em ambiente de manipulação fácil e intuitiva, e pode ser acessado em português ou em inglês.

 

Sobre o RCGI: O FAPESP SHELL Research Centre for Gas Innovation (RCGI) é um centro de pesquisa financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e pela Shell. Conta com mais de 320 pesquisadores que atuam em 46 projetos de pesquisa, divididos em cinco programas: Engenharia; Físico/Química; Políticas de Energia e Economia; Abatimento de CO2; e Geofísica. O Centro desenvolve estudos avançados no uso sustentável do gás natural, biogás, hidrogénio, gestão, transporte, armazenamento e uso de CO2. Saiba mais em: https://www.rcgi.poli.usp.br/pt-br/

 

 

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Aterosclerose: pesquisa abre nova frente para o diagnóstico precoce

Pesquisadores da USP e da Universidade de Umëa propõem uma nova abordagem de detecção, usando como marcadores os anticorpos que são produzidos pelo organismo para combater a doença.

 

Identificar a aterosclerose em seus estágios iniciais é um dos principais desafios clínicos para controlar a doença e evitar que ela possa terminar em infarto do miocárdio – uma das principais causas de morte no Brasil. Para isso, são necessários exames de imagem ou bioquímicos com maior sensibilidade e especificidade na avaliação do risco de um evento cardiovascular. Um avanço neste sentido foi obtido com uma pesquisa conduzida por pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade de Umëa (Suécia). Eles propõem uma nova abordagem de detecção, usando como marcadores os anticorpos que são produzidos pelo organismo para combater algumas das toxinas liberadas durante a formação da aterosclerose.

A formação da aterosclerose ocorre quando placas de ateroma (gordura) se acumulam nas artérias, estreitando e enrijecendo os vasos sanguíneos, e até obstruindo-os. A responsável por este processo é a LDL (lipoproteína de baixa densidade), que uma vez oxidada libera os componentes que se acumulam nos vasos. “O sistema imune produz anticorpos que eliminam alguns destes componentes liberados pela LDL. Assim, quando mais placas de ateroma são formadas, mais LDL oxidada estará presente e mais anticorpos serão produzidos pelo organismo. Com a determinação dos níveis desses anticorpos, é possível usá-los como marcadores para a evolução da doença”, explica o professor Magnus Gidlund, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), que estuda o processo patológico da aterosclerose há mais de 25 anos.

Ele é um dos autores de um estudo, realizado com 1.500 pacientes, que mostra esta correlação. “Constatamos que, caso o indivíduo possua um baixo título (nível) desses anticorpos, a chance de sofrer um infarto nos próximos 10 anos aumenta em 10% a 15%. Se for fumante, esse percentual aumenta para 25%”, afirma Dr. Gidlund. O estudo, que acaba de ser submetido à publicação, foi feito em colaboração com um grupo de pesquisa do professor Stefan Nilson, da Universidade de Umëa (Suécia), e com pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública da USP, liderados pela professora Nágila Damasceno. O ICB foi responsável por desenvolver e testar, em estudos menores, toda a base intelectual da atual pesquisa.

Popularmente chamada de “colesterol ruim”, a LDL é, na verdade, uma partícula constituída de proteínas, lípides, e também uma molécula de álcool de cadeia longa. Sua função na corrente sanguínea é distribuir o colesterol no organismo. Vários fatores de risco cardiovascular, como a hipertensão e o fumo, geram radicais livres que atacam a partícula de LDL, degradando-a e transformando-a em uma partícula “vilã”, isto é, uma LDL oxidada ou modificada. Os componentes desse colesterol ruim podem provocar lesões nos vasos sanguíneos, mas o maior perigo é quando eles se acumulam em macrófagos (células de defesa) nas artérias, formando as placas.

Bom ou ruim? – Embora seja considerado “vilão”, o colesterol tem funções importantes no organismo: auxilia na formação das membranas das células e na produção de hormônios esteroides (estrógeno e testosterona). No entanto, pode ser perigoso quando sofre oxidação – e quanto maior o nível de LDL no organismo, maior a chance de isso acontecer. Dessa forma, a LDL sozinha não é responsável pelas lesões nas artérias, mas funciona como um “combustível” que pode contribuir para a progressão da aterosclerose.

Perspectivas – De acordo com o Dr. Henrique Fonseca, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo e pesquisador colaborador do laboratório do professor Magnus Gidlund no ICB, a doença cardiovascular é multifatorial e ainda carece de marcadores mais específicos para prevenir as consequências da aterosclerose. “Os mecanismos imunológicos que estudamos visam aumentar a compreensão de seus processos, de maneira a elevar a detecção e predição da real chance de um indivíduo sofrer infarto ou AVC futuramente e, com isso, proporcionar a ele uma terapia otimizada”.

Os pesquisadores ressaltam que o trabalho do grupo com anticorpos no cenário de doenças cardiovasculares, além de possibilitar uma técnica mais barata e efetiva de diagnóstico da aterosclerose, também é promissor para o desenvolvimento de novas terapias para combater a doença, especialmente no que se refere a uma vacina para as doenças cardiovasculares.

 

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Uso de microRNAs pode combater desgastes do músculo

Um grupo de pesquisadores do ICB-USP desenvolveu uma tecnologia que promove o ganho de força e previne a atrofia muscular, muito comum em idosos ou pessoas com lesões no músculo. Testes em animais têm sido promissores.

O bom funcionamento do tecido muscular esquelético é importante para prevenir quedas e fraturas ósseas, problemas frequentes em indivíduos idosos ou com debilidades nos músculos. Uma técnica desenvolvida pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), recentemente patenteada, pode ajudar a aumentar o tamanho e a força do músculo, além de prevenir a atrofia muscular. Coordenado pelo pesquisador Anselmo Moriscot, o grupo analisou um conjunto de microRNAs e identificou um tipo capaz de auxiliar no controle da massa muscular: o microRNA-29c.

MicroRNAs são pequenos RNAs que não codificam proteína, mas se ligam aos RNAs mensageiros e inibem a sua atividade. Utilizando ferramentas de bioinformática, os pesquisadores analisaram os genes que estavam sendo expressos no músculo em diferentes situações experimentais e a sua relação com os microRNAs. Após identificarem o microRNA-29c como um bom candidato no controle de massa muscular, realizaram testes em animais para verificar a sua atividade no músculo tibial anterior.

Para isso, o grupo criou um plasmídeo (molécula circular de DNA), no qual clonou a sequência desse microRNA. Em seguida, injetou essa solução no músculo e, após cerca de 20 minutos, realizou estímulos elétricos, com o intuito de hiperexpressar o microRNA-29c. “Em 30 dias, a técnica proporcionou 40% de aumento da massa muscular e 40% de ganho de força. Ainda não há previsão de testes clínicos [em pacientes], mas os resultados preliminares mostram que, além de expressar os genes envolvidos na hipertrofia, o microRNA-29c foi capaz de inibir aqueles responsáveis pela atrofia”, explica o professor Anselmo Moriscot.

A partir da descoberta, os pesquisadores clonaram nos plasmídeos diversas combinações, utilizando não só o microRNA-29c, mas também o A e o B, além de algumas mutações. A pesquisa, cujo primeiro autor foi o pós-doutorando William Silva, foi publicada na revista científica Acta Physiologica e teve apoio da FAPESP.

Aplicações – Segundo Moriscot, a intenção é que, a longo prazo, a tecnologia seja aplicada para a melhoria do estado trófico do músculo esquelético em indivíduos com debilidade muscular, decorrente de lesões nervosas periféricas, lesões ortopédicas, imobilização prolongada de membros, uso prolongado de corticoides, envelhecimento, entre outros fatores.

Para os próximos passos, o grupo de pesquisa pretende testar a eficiência dessa estratégia terapêutica em situações clínicas, como a caquexia, ainda utilizando modelos animais. Trata-se de uma síndrome que acomete pacientes oncológicos, que provoca uma súbita perda de peso, tanto de gordura como de massa muscular.

 

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Inaugurado novo laboratório NB3 no ICB-USP

 

Especialistas do Instituto de Biologia e do Instituto de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear do Exército brasileiro se reuniram para conhecer a nova instalação.

 

Ontem (12/9), o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) foi palco de discussão de ciência, tecnologia, terrorismo alimentar e ações de defesa biológica durante o Simpósio Estratégico sobre Biodefesa Microbiológica, que celebrou a inauguração do Laboratório de Nível de Biossegurança 3 (NB3), do Departamento de Parasitologia. O evento contou com a presença de pesquisadores do instituto e membros do Exército brasileiro.

Durante a abertura, o diretor do ICB-USP, Luís Carlos de Souza Ferreira, ressaltou a importância da parceria entre a academia, o exército e o setor privado. Para ele, o cenário atual torna necessário que a universidade encontre novos meios de se comunicar com a sociedade. “As forças armadas representam uma alavanca de desenvolvimento tecnológico na sociedade. Podemos trabalhar juntos na missão de desenvolver a ciência e proporcionar uma melhor qualidade de vida a todos”.

Segundo o general Sinclair James Mayer, chefe do escritório do Sistema Defesa-Indústria-Academia (SISDIA), o Exército e o Instituto possuem áreas comuns de interesse, como biossegurança e doenças tropicais, e isso deve ser aproveitado para o desenvolvimento de projetos colaborativos.

Biodefesa – No evento, a capitã Jacqueline Salgado, do Instituto de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear do Exército brasileiro (IDQBRN), citou uma série de casos de contaminação intencional que já ocorreram no mundo e falou sobre o papel do IDQBRN nesse âmbito. “Nós temos um laboratório de defesa biológica e uma área destinada ao desenvolvimento de biossensores para identificar possíveis ameaças nos alimentos”, contou.

Já o major Marcos Dornellas, do Instituto de Biologia do Exército (IBEx), destacou a importância de um trabalho coletivo em defesa biológica. O IBEx possui um laboratório NB2, NB3 e laboratórios de biologia molecular e genética. Também conta um programa de mestrado de Biotecnologia em Defesa Biológica, recentemente aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Laboratório de ponta – No ICB-USP, a construção do laboratório NB3 foi inteiramente planejada e coordenada pelo professor Carsten Wrenger. O laboratório terá, a princípio, duas linhas de pesquisa: uma focada em malária, pelo grupo de Wrenger, e outra focada na bactéria intracelular Rickettsia rickettsii, pelo grupo da professora Andréa Cristina Fogaça. A malária é uma doença infecciosa febril aguda que acomete mais de 150 mil brasileiros por ano; já a bactéria Rickettsia rickettsii provoca febre maculosa brasileira, doença altamente letal.

No laboratório, serão manipulados microrganismos com nível de biossegurança 3, que possuem alto grau de patogenicidade, oferecendo risco à vida humana e ao meio ambiente. Ele é composto por quatro ambientes: Unidade de Artrópodes (vetores); Unidade de Experimentação em Vertebrados (hospedeiros); Unidade de Imagens, que conta com um microscópio de tecnologia de 4D da Zeiss; e a Unidade de Cultura de Células e Tecidos, onde serão realizados os experimentos científicos e de diagnóstico envolvendo amostras humanas. Segundo Wrenger, o grande diferencial do laboratório é a possibilidade de trabalhar simultaneamente com o vetor, o agente infeccioso e o hospedeiro mamífero de uma determinada doença infecciosa.

A instalação possui câmaras pressurizadas para garantir a contenção dos patógenos, além de câmeras de segurança, cujas imagens podem ser vistas em uma televisão por quem está dentro do laboratório e também por quem está fora, no corredor. Também possui um sistema de descontaminação de efluentes que é essencial para a preservação e a segurança do meio ambiente. Conta ainda com um moderno sistema de radiação UV para descontaminação do ambiente interno, que só pode ser ativado quando o local estiver vazio.

 

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Brasil deverá liderar consórcio do Human Cell Atlas na América Latina

Projeto, que reúne cientistas do mundo inteiro para mapear todas as células humanas, será apresentado amanhã (10/9), no ICB-USP, em São Paulo.

 

Nesta terça-feira (10/9), o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) irá apresentar o projeto internacional Human Cell Atlas (HCA). Trata-se de um consórcio composto por cientistas de todo o mundo que tem o objetivo de criar um conjunto de mapas para descrever as bases celulares da saúde humana e de doenças, abrindo frente para diagnósticos melhores e tratamentos personalizados. O Human Cell Atlas já possui integrantes de todos os continentes, exceto da América Latina.

A meta do consórcio é compreender individualmente cada célula dos diferentes tecidos do corpo e a variabilidade de genes que cada uma expressa de acordo com a sua localização. Tudo isso utilizando tecnologias modernas como sequenciamento de célula única e microscopia de alta resolução.

“O HCA é visto pela comunidade científica internacional como um dos projetos mais ambiciosos desde o projeto Genoma Humano, pois possibilita o desenvolvimento de tratamentos personalizados”, explica Lucio Freitas-Junior, pesquisador do ICB-USP e integrante do Comitê de Equidade do HCA. No caso do câncer, por exemplo, existem pacientes que apresentam células tumorais resistentes aos tratamentos convencionais. Ao compreender como isso acontece e quais são as células resistentes, é possível desenvolver estratégias terapêuticas individualizadas para cada paciente.

Consórcio no Brasil – No evento do ICB-USP, o projeto será apresentado em um workshop com pesquisadores dos Estados Unidos (Alex Shalek, do Massachusetts Institute of Technology, e Jonah Cool, do Chan Zuckerberg Science Initiative), e da África do Sul (Musa Mhlanga, da University of Cape Town). Na sequência, haverá apresentações e discussões de como o Brasil poderá contribuir com o consórcio.

 

 

 

Serviço

Workshop “Mapping the Human Body: Introducing Human Cell Atlas to the Brazilian Scientific Community”

Data: 10/09/2019

Horário: 8h30 às 12h50

Local: Anfiteatro Luiz Rachid Trabulsi – Instituto de Ciências Biomédicas da USP (Av. Prof. Lineu Prestes, 2415, Cidade Universitária – Butantã)

Programação

Inscrições

 

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Plataforma virtual permite o compartilhamento de insumos para a pesquisa em todo o País

Batizada de SociaLab, a plataforma é gratuita e visa combater o desperdício de materiais em laboratórios de pesquisa e acelerar o trabalho científico.

Já está em operação a Plataforma SociaLab que possibilita aos pesquisadores de todo o Brasil doar ou receber gratuitamente reagentes químicos e outros insumos de pesquisa. Iniciativa do pesquisador Lucio Freitas-Junior, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), a plataforma visa combater o desperdício de material e acelerar o tempo de execução da pesquisa.

Para doar ou verificar a disponibilidade do insumo desejado, basta entrar em contato pelo e-mail compartilhesocialab@gmail.com. A plataforma, lançada há menos de um mês, já tem cadastrados cerca de 100 laboratórios e vem viabilizando trocasentre eles. Em breve, esse cadastramento será feito diretamente no site, que está em fase final de ajustes. “Nossa proposta é buscar a adesão de laboratórios de todas as regiões do País para promover trocas de reagentes e insumos diversos, como estoque de linhagens celulares e outros materiais biológicos para cultivo – linhagens de células de mamíferos, insetos, bactérias, fungos, protozoários e vírus”, explica Freitas-Junior.

A plataforma também vai ser usada para pesquisas sobre o uso de insumos. Levantamento preliminar mostra que do total de reagentes adquiridos pelos laboratórios apenas 20% são utilizados dentro do prazo de validade. O restante (80%) acaba sendo descartado. “Além do desperdício e do custo adicional do descarte apropriado, há um prejuízo enorme para a pesquisa brasileira”, destaca Freitas-Junior. A maioria dos pesquisadores também afirma que já teve um trabalho científico interrompido por falta de insumos. “Todos saem perdendo: a universidade, que precisa gastar dinheiro para eliminar os reagentes; o pesquisador que está com os reagentes vencidos em mãos e o pesquisador que não tem acesso ao material”, afirma Freitas-Junior.

Segundo ele, uma das propostas é trabalhar em parceria com as universidades, possibilitando aos pró-reitores de pesquisa ter acesso aos inventários dos laboratórios das instituições. “Estamos trabalhando para organizar os estoques das universidades em um só lugar virtual, para que elas tenham uma visão geral do que possuem e assim acelerar a colaboração entre as instituições do País.”

 

Sobre a SociaLab: O projeto da plataforma SociaLabvem sendo desenvolvido há dois anos, sob a coordenação do pesquisador Lucio Freitas-Junior, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), em parceria com dois alunos do curso de Ciências Moleculares da USP, Fernando Tocantins e Matheus Morroni, e com duas empresas juniores: Poli Júnior, da Escola Politécnica da USP, e Júnior Conpec, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O site da plataforma, que será armazenado em nuvem, foi desenvolvido para comportar grande número de acessos simultaneamente. Além de estar em sintonia com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), a plataforma garante a privacidade dos usuários.

 

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Instituto de Ciências Biomédicas da USP lança edital para concurso de grafite  

 

Serão selecionadas as quatro melhores propostas de arte com o tema
“Ciências Biomédicas: 50 anos do ICB-USP”, a serem aplicadas em paredes externas de um dos edifícios do instituto. Inscrições até 14/10/19.

 A fim de comemorar os seus 50 anos, o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) irá selecionar, por meio de edital, quatro artistas para produzir grafites em paredes externas do Edifício Biomédicas IV, localizado na Av. Prof. Lineu Prestes, 1730, na Cidade Universitária. O concurso visa incentivar a produção de arte contemporânea para a comunidade universitária e o desenvolvimento e a formação de jovens na área.

As inscrições estão abertas para brasileiros e estrangeiros, maiores de 18 anos ou entre 16 e 17 anos com autorização dos responsáveis, até o dia 14 de outubro. Os interessados poderão realizar uma visita técnica ao local de execução do projeto no dia 2 de outubro, às 9 horas.

As propostas de arte deverão ser entregues impressas, coloridas e em formato A3, e acompanhadas de informações sobre a técnica a ser empregada e argumentação do projeto. O material necessário para a realização do trabalho será fornecido pelo ICB-USP aos vencedores, que serão divulgados no dia 29 de outubro.

Sobre o ICB-USP – Fundado em 1969, o Instituto de Ciências Biomédicas da USP é referência internacional em pesquisa básica e translacional. Com mais de 150 laboratórios e 167 docentes, o ICB-USP desenvolve pesquisas científicas de alta qualidade e impacto social em saúde humana e animal. Possui sete programas de Pós-Graduação e também ministra dois cursos de Graduação: Ciências Biomédicas e Ciências Fundamentais para a Saúde.

 

Serviço

Concurso Arte Grafite: ICB-USP 50 Anos

Inscrições até 14/10/2019

Confira aqui o edital.

 

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Surto do sarampo está relacionado à queda da produção de anticorpos e possíveis mutações do vírus

O virologista Edison Luiz Durigon, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, esclarece dúvidas sobre a vacina contra o sarampo e explica como seu laboratório tem trabalhado no diagnóstico e na compreensão do recente surto da doença.

 

De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado no dia 6 de agosto, o Brasil teve 907 casos confirmados de sarampo entre maio e agosto deste ano. Desse total, 810 (90%) indivíduos residem no município de São Paulo. Mas por que uma doença que era considerada erradicada desde 2016 voltou? Segundo o virologista Edison Luiz Durigon, pesquisador do Laboratório de Virologia Clínica e Molecular do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), a explicação para este surto pode estar relacionada à mutação do vírus: o distanciamento genético da cepa selvagem circulante nesse surto em relação à cepa contida na vacina.

Ele explica que o vírus do sarampo, embora possua um único sorotipo, está dividido em oito genótipos conhecidos (A, B, C, D, E, F, G e H) e 24 sub-genótipos. “A vacina foi feita com o tipo A e o surto que estamos enfrentando hoje é do tipo D-8. A vacina ainda é efetiva contra o tipo atual, mas não 100%: protege contra a doença, mas o indivíduo ainda pode contrair e transmitir o vírus”. Isso significa que, embora o indivíduo vacinado seja capaz de eliminar o vírus e não ter sintomas, ele pode transmiti-lo a alguém que não foi vacinado, contribuindo para o avanço do surto. Apenas aqueles que já tiveram a doença, ou seja, tiveram o vírus selvagem em seu organismo, estão totalmente protegidos.

Outra razão que explica o retorno da doença é a queda da produção de anticorpos, que começa a ocorrer 15 anos após a vacinação e torna mais difícil enfrentar o vírus que sofreu mutação. “Ao tomar a vacina, o indivíduo desenvolve uma memória imunológica: mesmo que os anticorpos caiam com o tempo, o organismo reconhece o vírus e produz mais anticorpos sozinho. Mas, por se tratar de um vírus diferente, essa produção não acontece a tempo, antes do vírus se replicar e provocar a doença”, explica Durigon. Por isso é importante tomar a dose de reforço: com mais anticorpos, o organismo estará mais preparado para combater o novo vírus.

Quem deve se vacinar – Todas as pessoas que não possuem registro da vacina na carteira de vacinação devem ser imunizadas. Além disso, é recomendado que pessoas com idades entre 15 e 29 anos (grupo de risco) tomem duas doses da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), com intervalo de 30 dias, mesmo que já tenham tomado quando crianças. Dos 30 aos 49 anos, a vacina é aplicada em uma dose. “Calcula-se que acima dos 45 anos todos já tiveram sarampo, por ser uma doença muito comum. No entanto, aqueles que não tiveram precisam se vacinar”, afirma o pesquisador.

Como a vacina contém o vírus atenuado (enfraquecido, mas vivo), gestantes e pessoas com imunidade comprometida não devem tomar a vacinar. Inclui-se nessa categoria pessoas que fazem uso de medicamentos imunossupressores, como quimioterápicos e corticoides.

O sarampo é uma doença altamente contagiosa que provoca sintomas como manchas vermelhas no corpo, febre alta, dor de cabeça, tosse e conjuntivite. As complicações mais comuns do sarampo são pneumonia e, em casos raros, doenças neurológicas.

Pesquisa – O laboratório do professor Edison Luiz Durigon recebe amostras de sangue, urina e saliva de pacientes com suspeita de sarampo para analisar e realizar o diagnóstico da doença gratuitamente. As amostras vêm de vários hospitais da cidade de São Paulo, como o Hospital Universitário da USP, a Santa Casa de Misericórdia, o Hospital Infantil Cândido Fontoura, o Hospital São Luís Gonzaga, entre outros. O professor Durigon ressalta que todas as amostras também são encaminhadas diretamente dos hospitais para o Instituto Adolfo Lutz.

Em troca, Durigon e sua equipe têm acesso a todos os dados clínicos, que estão sendo utilizados no projeto Neusa (Neutralização de Sarampo) para descobrir o quanto os anticorpos do paciente que tomou a vacina o protegem contra o vírus do surto. “Isolamos os vírus de cada paciente para verificar a sua variabilidade genética e ver o quanto eles estão mudando e qual dos genes sofre mais mutações. A mesma amostra de vírus D-8 pode sofrer mutações de uma pessoa para outra”.

 

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Instituto Pasteur inaugura Plataforma Científica na USP

Instalada na Cidade Universitária, em São Paulo, com o apoio do governo francês, a Plataforma terá 17 laboratórios de pesquisa focados em estudo de patógenos para prevenção de epidemias, atuando como uma célula de intervenção de urgências.

 

No dia 4 de julho, o Instituto Pasteur, fundação francesa de pesquisa em prevenção e tratamento de doenças infecciosas, irá inaugurar na Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, a Plataforma Científica Pasteur-USP. Localizada no Centro de Pesquisa e Inovação Inova USP, em uma área de 1.700 m², a plataforma será composta por 17 laboratórios. Nela irão funcionar os primeiros laboratórios de pesquisa de nível de biossegurança 3 equiparáveis aos parâmetros internacionais, onde serão estudados patógenos de alto risco. O investimento previsto é de cerca de R$ 40 milhões, sendo R$ 15 milhões em equipamentos.

A partir de uma parceria científica entre o Pasteur, a USP e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), assinada em junho de 2015, na plataforma serão desenvolvidas pesquisas voltadas para o estudo de agentes patogênicos emergentes, cujas infecções podem provocar danos no sistema nervoso central, como os vírus da zika, dengue, febre amarela e influenza, além de protozoários como os tripanosomas causadores da doença do sono. O principal objetivo será desenvolver métodos para prevenir epidemias dessas doenças.

“Nos últimos 80 anos, não houve uma iniciativa como essa na USP. Estamos trabalhando a internacionalização da pesquisa, do ensino e da inovação”, destaca Luís Carlos Ferreira, diretor do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP. Ele irá coordenar a plataforma ao lado de Paola Minoprio, diretora de Pesquisa do Instituto Pasteur, que veio para o Brasil com esta incumbência.

Segundo Paola Minoprio, a escolha da USP para sediar a plataforma foi feita com base na relevância e no impacto global da instituição em termos de pesquisa científica. “Além disso, as linhas de pesquisa do Pasteur são muito semelhantes às do ICB-USP e os dois institutos já desenvolvem projetos colaborativos”, explica. Os institutos têm em comum pesquisas nas áreas de Imunologia, Biologia Celular, Microbiologia e Parasitologia.

 

 

Biossegurança – Dos 17 laboratórios da plataforma, quatro serão de biossegurança nível 3 (NB3) para estudo de microrganismos que representam alto risco individual e risco moderado para a comunidade. Ou seja, que transmitem e causam doenças potencialmente letais, mas que têm medidas de prevenção e tratamento conhecidas. As instalações de 200 m2 são compostas individualmente por três câmaras pressurizadas para garantir a contenção, e têm acesso controlado. Os pesquisadores que atuarão na plataforma também passarão por um treinamento de procedimentos de segurança.

Oito pesquisadores de nível sênior já foram selecionados pelos parceiros. São eles: Paola Minoprio (Instituto Pasteur de Paris – departamento de Global Health), Paolo Zanotto (ICB-Microbiologia), Edison Durigon (ICB-Microbiologia), Patrícia Beltrão Braga (USPLeste/ICB), Jean Pierre Peron (ICB-Imunologia), Eduardo Massad (FM-USP), Helder Nakaya (FCF-USP) e Pedro Teixeira (ENSP-Fiocruz). Todos manterão suas vinculações às unidades de origem e dedicarão parte de suas pesquisas à plataforma. A partir de 2020, serão selecionados anualmente mais três grupos de jovens pesquisadores para integrar a equipe. No total, espera-se que a plataforma tenha de 80 a 100 pesquisadores.

Rede internacional – O Instituto Pasteur possui atualmente 32 centros em 26 países, integrantes da Rede Internacional do Instituto Pasteur (RIIP), cuja próxima reunião regional abrigará o evento de inauguração da Plataforma Científica Pasteur-USP. Entre os dias 3 e 5 de julho, pesquisadores de diversos países estarão presentes na USP para discutir assuntos relacionados à biomedicina, como doenças emergentes na América Latina, intervenções multidisciplinares para controle da Zika e estratégias de combate à resistência a antibióticos.

A realização do evento conta com o apoio da Embaixada da França no Brasil e a Delegação regional francesa de cooperação para América do Sul sedada no Chile, da Associação Internacional do Pasteur, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da Thermo Fisher Scientific, empresa de desenvolvimento de produtos biotecnológicos, que também fornecerá parte dos equipamentos dos laboratórios da Plataforma.

 

Sobre o Instituto Pasteur: Fundado em 1887, o Instituto Pasteur, sediado em Paris, é um centro de pesquisa biomédica reconhecido internacionalmente e vencedor de 10 Prêmios Nobel. Com 23 mil pesquisadores trabalhando para a sua rede internacional, possui 130 unidades de pesquisa somente no Instituto parisiense, divididas em 11 departamentos de pesquisa cujo principal objetivo é fazer estudos colaborativos e inovadores que melhorem a saúde mundial em termos de prevenção e tratamento de doenças. Outro pilar do Pasteur é a educação: seu centro educativo recebe anualmente 900 alunos e oferece 45 programas de doutorado e pós-doutorado e 26 programas de estágio.

 

Sobre o ICB-USP: Considerado uma das melhores instituições de nível superior do Brasil em sua área, o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) é referência internacional em pesquisa básica e translacional. Nos seus mais de 150 laboratórios são desenvolvidos projetos de pesquisa de alta qualidade e impacto social em saúde humana e animal. Com seis programas de pós-graduação próprios e outros três programas multi-institucionais, o ICB tem uma equipe de 167 docentes e 266 técnicos administrativos e de laboratório, em associação com 113 pesquisadores pós-doutores e 819 alunos de pós-graduação. Seus docentes têm alta produtividade científica com cerca de 600 publicações anuais em periódicos com alto fator de impacto. O ICB representa a sexta unidade da USP em número de pedidos de patente depositados no INPI e está entre as três primeiras unidades de pesquisa no Estado de São Paulo com mais recursos captados junto à FAPESP.

 

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